sexta-feira, 19 de julho de 2013

SURUBA TEM REGRA: NINGUÉM É DE NINGUÉM!

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
O caso a seguir aconteceu em Bela Vista de Goiás, é antigo, mas surpreendente e vale a pena ler de novo...
Tudo começou quando Luziano Costa da Silva e o seu amigo José Roberto de Oliveira começaram a tomar umas cachaças. Lá pelas tantas, como estava cheio de cana e "cu de bêbado não tem dono", Luziano foi enrabado pelo seu "amigo". Não satisfeito, José Roberto, levou a sua própria mulher, Ednair Alves de Assis, e o Luziano até uma construção no Parque Las Vegas e, depois de fumarem maconha, ele obrigou os dois a ficarem nus e a transarem, dizendo que queria fazer uma suruba. Depois de ver Luziano "traçar" a sua mulher, José Roberto, mais uma vez, terminou enrabando o Luziano.
Ofendido na sua honra, Luziano entrou na Justiça, acusando o "amigo" de ter praticado contra ele “ato libidinoso diverso da conjunção carnal”, alegando que estava bêbado e não pôde se defender.
Nas idas e vindas do processo, ele acabou no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, que publicou o acórdão sobre o caso, de forma insólita e inédita, quando decidiu que não há crime, já que a suposta vítima teria concordado em fazer sexo grupal; e o homem que, por vontade própria, participar de uma sessão de sexo grupal e, em decorrência disso, for alvo de sexo passivo, não pode declarar-se vítima de crime de atentado violento ao pudor.
Leia a reportagem abaixo:

 

Um comentário:

  1. Mestre Aló, a matéria é, mesmo, instigante.
    Todavia, seu coleguinha Flábio Tara é o
    maior expert no assunto nestas plagas.
    Aliás, o cara é pós-graduado na Universidade
    do Mangue/Caxias e doutorado em Paris.
    Né não, FTara ???

    ResponderExcluir