sexta-feira, 30 de agosto de 2013

OS RIGORES DA LEI

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Em Cariacica, município capixaba da região metropolitana de Vitória, um motorista teve sua carteira de motorista apreendida em função de o bafômetro ter indicado índice de alcoolemia igual a 0,60 g álcool/L.
O condutor do veículo alegou que não fez uso de bebida alcoólica na noite do flagrante e que a possível causa do delito seria a presença de álcool na composição do desodorante íntimo de sua namorada.
Otávio Oliveira Dutra, 49 anos, professor universitário, voltava do motel com sua namorada na madrugada da última segunda-feira (12/08/13) quando foi abordado por uma blitz do batalhão de trânsito da Polícia Militar do Espírito Santo, na rodovia BR 262.
Diante da acusação de embriaguês proferida pelo etilômetro o professor revelou que, momento antes do flagrante, estava fazendo sexo oral em sua namorada e que a mesma usava um desodorante íntimo que poderia conter álcool em sua composição.
Bruna Barbosa Vianna, 19 anos, estudante de Pedagogia, confirmou o uso do higienizador íntimo e revoltada acusou os policiais de preconceito. Segundo Bruna “estes caras são uns idiotas. Devem gostar de mulher fedida. Com tanto bandido na rua eles ficam querendo prejudicar quem se cuida e é cheirosinha. Preconceito puro. Aposto que a mulher deles deve ter até catupiry na virilha”.
O sargento Vellozo, em entrevista, afirmou que “a forma como o álcool é ingerido não faz diferença para o código nacional de trânsito".
Fica o alerta para moças que fazem uso deste tipo de produto: além de tirar o sabor natural da perseguida ainda podem incriminar namorados.

Um comentário:

  1. Aló, segundo seu coleguinha Flábio Tara,
    renomado sexólogo contemporâneo, essa
    milenar prática só é afrodisíaca se for
    ao natural. Olhe aí, vaginalmente,
    Bruninha completamente errada ,,,

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