sábado, 21 de fevereiro de 2015

CURSO INTENSIVO DE ECONOMIA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Contam que, certa vez, um viajante chegou em uma cidadezinha do interior e foi direto para o pequeno e único hotel do lugarejo. Na recepção, ele entregou duas notas de R$ 100,00 ao recepcionista e pediu para ver um dos quartos.
Enquanto o viajante inspecionava os quartos, o gerente do hotel saiu correndo, com as duas notas de R$ 100,00 nas mãos, e foi até o açougue, pagar uma dívida de R$ 200,00 que o hotel tinha com o açougueiro.
Tão logo pegou o dinheiro, o açougueiro fechou o seu estabelecimento e disparou até o criador de porcos, a quem devia, coincidentemente, R$ 200,00 pelo fornecimento de carnes para o restaurante do hotel, e quita a sua dívida.
De posse do dinheiro, o criador de porcos, por sua vez, foi até o veterinário para liquidar uma dívida de R$ 200,00, referente a exames realizados nos seus animais.
Assim que colocou a mão na grana, o veterinário, um raparigueiro de marca maior, se dirigiu até a zona da cidade, para saldar a sua dívida com uma prostituta, que o ameaçava de contar, para a mulher dele, tudo sobre as "noitadas  calientes" que os dois passavam juntos. Também, coincidentemente, a sua dívida era de R$ 200,00.
Por fim, recebido o dinheiro, a prostituta caminhou até o hotel, lugar onde levava os seus clientes para os seus encontros de "trabalho", e pagou a sua dívida pelo uso das acomodações, no valor exato de R$ 200,00. Ela avisou ao gerente que estava pagando a conta e colocou as duas notas de R$ 100,00 em cima do balcão e saiu do local.
Nesse momento, o viajante retorna dos quartos, diz ao gerente do hotel que não gostou das acomodações, pegou as duas notas de R$ 100,00 de volta, agradeceu a atenção e saiu do hotel.
Amigo, veja que coisa interessante: ninguém ganhou e nem gastou nenhum centavo! Mas, agora, todos estão sem dívidas, com o crédito restaurado e com otimismo no futuro!
Moral da História:
NÃO QUEIRA ENTENDER ECONOMIA...

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