POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
· É ouvir o desdém com que
alguns baianos falam mal daqui, sabendo que apesar de tudo, eles não conseguem
passar (ou pagar) na faculdade Baiana e vêm estudar (e morar) em nosso
Estado e a partir daí se apaixonam pela terra.
· Ouvir alguns paulistas
reclamarem que aqui é muito pequeno, que parece uma província, sabendo que
eles morrem de inveja por termos tudo tão perto, sem precisarmos, por
exemplo, pegar dois trens e três ônibus, respirando fumaça, pra ir
trabalhar.
· Ouvir de alguns cariocas e
baianos (e paulistas também) que a noite daqui é muito parada, que não tem
nada, sabendo que apesar das infinitas opções presentes na cidade deles, não
podem curtir quase nada, porque a violência absurda não deixa sem falar na
distância.
· Aqui não nos falta nada em
termos de diversão, temos liberdade para sair praticamente na hora que
quisermos e o melhor, com tudo perto. Não precisa ser nenhum maratonista e
nem tão pouco louco pra ir à praia, a pé, em Aracaju, mesmo morando em
bairros teoricamente mais distantes da praia (é a vantagem de estar na capital
do menor Estado da Federação). Poder dar uma passeada na orla a qualquer hora
do dia ou da noite sem muita preocupação, fazer um cooper na 13 de julho, e dar
uma descansada no mirante.
· Até pra estacionar o carro
levamos vantagem, pois os flanelinhas daqui são mais educados e mais baratos.
Fui estacionar um carro em Salvador uma noite e o flanelinha só faltou me
bater, dizendo, com impressionante "convicção", que eram R$ 4,00
adiantados... Ai de mim se discordasse! Ficar na porta de casa até duas da
manhã? Tranquilo.
· Dar uma chegada lá na
ponta da ilha, na Atalaia Nova, e ter noção do que é tranquilidade, tomando uma
cerva bem gelada, contemplando a grande Aracaju.
· Dar uma passada na praça
da catedral, comer um acarajé, trocar uma ideia com a galera no fim de tarde na
calçada da Igreja (essa é massa!).
· Tomar uma gelada no Bar do
Alves, saboreando um gigantesco pastel de caranguejo. Falando em caranguejo,
travar uma batalha na paulada com o crustáceo lá no Amanda e, de quebra, dar
uma azarada nas sereias que por ali exibem sua beleza.
· Dançar um pé de serra
quente lá no Cariri. Brincar o pre-caju, na pipoca ou no bloco, com espaço e
tranquilidade, e ainda poder aproveitar nosso carnaval em Pirambu, na Atalaia
Nova ou em Neópolis com os amigos.
· Ter o melhor São João do
Brasil, em Aracaju ou em Rosário do Catete, Itabaiana, Capela, Areia Branca e
tantos outros municípios, sem falar nas outras festas que preenchem nosso
calendário, como a Festa do Mole e o Coco-Folia.
· Pagar por um show de um
artista sergipano e lá mesmo encontrar todos os outros, e como em nenhum outro
lugar, poder pegar autógrafo, conversar naturalmente e, até quem sabe,
tornar-se amigo de todos eles. Existe por acaso outros seres como Amorosa,
Antônio Rogério & Chiko Queiroga, Minho-San-Liver, Patrícia Polayne,
Sergival, Sena, Rogério, Paulo Lobo? Não. Essas pérolas só em Sergipe, onde tem
som pra todos os gostos: Xotebaião, Reação, Naurêa, Alapada, Lacertae,
Karnecrua etc.
· E viva a Rua
da Cultura! Quer mais conhecimento? Leia um livro sergipano! Coivara da
Memória - Um Clássico! Santo Souza - Um Mito Vivo!
· Conviver com as mulheres
mais bonitas do País (não é só minha opinião) e tem mulheres de todos os cantos
do país aqui. Para quem nunca reparou, aqui em Sergipe tem muita gata.
· Conseguir se deslocar para
fora da capital em apenas 20 minutos. Ir para maioria dos lugares na cidade
gastando em média 10 minutos. Pegar um cineminha com R$ 10,00, tomar uma
cerveja com R$ 7,00. Pagar às vezes R$ 10,00 para entrar em uma boate. Entrar
num ônibus e ir para qualquer ponto da cidade e/ou algum interior pagando
apenas uma passagem de ônibus, isso se o motorista não for um conhecido seu e
sua viagem sair de graça (porque em qualquer lugar aqui estamos
sempre sujeitos a encontrar um conhecido nosso).
· Ser um povo muito
prestativo e, acima de tudo, ser muito feliz só por saber que moramos no único
estado Brasileiro que, além de ter tudo que os outros tem, ainda goza de algo
muito mais importante: a liberdade!
Viva o paraíso!
Aproveitem!
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Por causa de um apagão, uma ambulância foi atender a chamado para socorrer uma mamãe já em trabalho de parto.
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
COMUNICADO
AOS ALAGOANOS
O Ministério da
Saúde observou que os alagoanos não entenderam as recomendações quanto aos
cuidados e precauções ao COVID 19. Por isso resolveram traduzir para o idioma "alagoanês":
1. Não fique viçano no mei
da rua e nem andano de tuia;
2. Quando tu espiá que no
local que tu vai tem um mói de gente, é mió arrudiá. Avia logo e xispa do
canto.
3. Nada de sair aí,
apertano a mão nem ficar bateno papo com os zôto nos cantos.
4. Dexa de sê abestalhado,
fica dendicasa. Essa murrinha é mais perigosa que buchada azeda e passarinha
estragada.
5. Tava na rua, chegou im
casa: não seje seboso, se bãe com sabão bentivi e vista outra muda de roupa.
6. Essa bixiga pega. Use
máscara, daquela que cobre do pé da venta até o queixo.
7. Te orienta que tu num é
istribado pra ficá na UTI de hospitá de rico!
E depois, quando
tiver aí lascado, sem foigo, goguento, com essa mulesta da gota serena, num
teje chorano porque não quis cumprir as orientação!
Texto atribuído a Arnaldo Jabor
Tenho horror a
mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na
moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento
dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura!!! Pois então, mulheres assim são
um porre. Pior: são brochantes. Sou louco? Então tá, mas posso provar a minha
tese. Quer ver?
a. Escova toda manhã. A fulana
acorda às seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de
Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do
namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão "Alisabel é que é
legal". Burra.
b. Na moda: estilo pessoal,
pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho,
camiseta surrada e cabelo preso? Jamais! O que indica uma coisa: ela não vai
querer ficar "desarrumada" nem enquanto tiver transando. É capaz até
de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto. Credo.
c. Sorriso incessante: ela
mora na vila do Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com
orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu.
Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe.
Aliás,ela nem sabe o que a palavra significa, coitada.
d. Bunda dura. As muito
gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico
(isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que
ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de
bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer
carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a
pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece! Melhor
convidar o Jorjão.
Pois é, ela é um
tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de
vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público,
nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência
de bíceps e tríceps. Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda? Meu
Deus...
Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra sua.
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Mais ou menos 29
anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New
York e, maravilha, depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona
junto à janela. Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um
belíssimo par de coxas, seios no tamanho exato, empinados, lábios carnudos, mas
sem volume demasiado, enfim, uma deusa... Decola a aeronave, céu de brigadeiro,
uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um grosso
volume com muita atenção. 15 minutos de voo e o cavalheiro não se contém:
- É a primeira vez
que vai a New York?
Ela, gentil, com uma
voz muito sensual, mas de certa forma reservada:
- Não, é uma viagem
habitual...
Ele, agora animado:
- Trabalha com moda,
por acaso?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas...
- Desculpe-me a
curiosidade, é escritora?
- Não, sou sexóloga.
- Muito interessante
e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente.
Ela, tranquila e
sempre com a mesma voz de veludo:
- No momento,
dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser
um trabalho de fôlego e muito difícil...
- Nas suas
pesquisas, a que conclusão já chegou?
- Bom, de todos os
pesquisados, já concluí que os índios, sem dúvida, são os portadores de membros
com as dimensões mais avantajadas e, em contrapartida, os árabes são os que
permanecem mais tempo no coito, antes de entrarem em gozo; logo, são os que
proporcionam mais prazer às suas parceiras. Além disso... Oh! Desculpe-me Sr.! Eu
estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome...
- Mohamed Pataxó!
Texto de Edson Francisco
Gravatá - PE