Até que o campeoníssimo Tricolor das Laranjeiras tentou ajudar o Verdão. Sua Senhoria, o fdp do juíz, fez jus à mala-preta, digo mala-verde!!! Aquele penalty e aquele gol anulado bastariam como bom serviço prestado ao Porco. Na segunda metade do segundo tempo a tricolagem sofreu mais do que bode embarcado; jogar recuado depois de fazer 2x0 e aquele joguinho na nossa grande área foi de lascar. Deu no que deu, o Verdão chegou a empatar, 2x2. Aquilo é coisa pra time muito veloz, matar o adversário que vai com muita sede ao gol, em rápidos e fulminanteses contra-ataques. O FLU é um time neo-semi-clássico, tem que segurar o time adversário no meio de campo; ensinaria o grande Telê Santana, jamais na sua grande área. Até São Castilho baixou no gol do FLU; foi providencial. Despertou, inclusivemente, no "cosmopolitismo das moneras", as célebres Chuteiras Imortais do Nelson Rodrigues que fizeram o gol da vitória tricolor com o Fred. O 9 foi leve e lépido no certeiro arremate. Como diria Seu Nelson, estava escrito nas catilinárias romanas a dez mil anos atrás: Fluminense Campeão !!!!!segunda-feira, 12 de novembro de 2012
ATÉ TU, FLU!!!
Texto de Audemaro Araújo
Até que o campeoníssimo Tricolor das Laranjeiras tentou ajudar o Verdão. Sua Senhoria, o fdp do juíz, fez jus à mala-preta, digo mala-verde!!! Aquele penalty e aquele gol anulado bastariam como bom serviço prestado ao Porco. Na segunda metade do segundo tempo a tricolagem sofreu mais do que bode embarcado; jogar recuado depois de fazer 2x0 e aquele joguinho na nossa grande área foi de lascar. Deu no que deu, o Verdão chegou a empatar, 2x2. Aquilo é coisa pra time muito veloz, matar o adversário que vai com muita sede ao gol, em rápidos e fulminanteses contra-ataques. O FLU é um time neo-semi-clássico, tem que segurar o time adversário no meio de campo; ensinaria o grande Telê Santana, jamais na sua grande área. Até São Castilho baixou no gol do FLU; foi providencial. Despertou, inclusivemente, no "cosmopolitismo das moneras", as célebres Chuteiras Imortais do Nelson Rodrigues que fizeram o gol da vitória tricolor com o Fred. O 9 foi leve e lépido no certeiro arremate. Como diria Seu Nelson, estava escrito nas catilinárias romanas a dez mil anos atrás: Fluminense Campeão !!!!!
Até que o campeoníssimo Tricolor das Laranjeiras tentou ajudar o Verdão. Sua Senhoria, o fdp do juíz, fez jus à mala-preta, digo mala-verde!!! Aquele penalty e aquele gol anulado bastariam como bom serviço prestado ao Porco. Na segunda metade do segundo tempo a tricolagem sofreu mais do que bode embarcado; jogar recuado depois de fazer 2x0 e aquele joguinho na nossa grande área foi de lascar. Deu no que deu, o Verdão chegou a empatar, 2x2. Aquilo é coisa pra time muito veloz, matar o adversário que vai com muita sede ao gol, em rápidos e fulminanteses contra-ataques. O FLU é um time neo-semi-clássico, tem que segurar o time adversário no meio de campo; ensinaria o grande Telê Santana, jamais na sua grande área. Até São Castilho baixou no gol do FLU; foi providencial. Despertou, inclusivemente, no "cosmopolitismo das moneras", as célebres Chuteiras Imortais do Nelson Rodrigues que fizeram o gol da vitória tricolor com o Fred. O 9 foi leve e lépido no certeiro arremate. Como diria Seu Nelson, estava escrito nas catilinárias romanas a dez mil anos atrás: Fluminense Campeão !!!!!segunda-feira, 5 de novembro de 2012
A PALAVRA SINCERA
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos? Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso. Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos? Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso. Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
- Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em "sincero" e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver, através de suas palavras, os nobres sentimentos de seu coração. Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, desse revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
- Por que razão ocultar a verdade se é a verdade que nos liberta da ignorância?
- Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem, e seremos obrigados a enfrentar as consequências funestas da mentira?
- Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e, por consequência, seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
Sejamos sinceros, lembrando sempre que essa virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios, como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos.
Primemos pela honestidade, ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos sinceros, defensores da verdade, acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a voos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
O PARTO, A PRÓSTATA E A VINGANÇA
Texto de Luiz F
Veríssimo
Ela com 19 e eu com 20 anos de idade...
Lua de mel, viagens, prestações da casa própria e o primeiro bebê,
tudo uma beleza.
Anos oitenta, a moda na época era ter uma filmadora do Paraguai.
Sempre tinha ou tem um vizinho ou mesmo amigo contrabandista disposto a trazer
aquela muambinha por um precinho muito bom!
Hora do parto, ela tinha muita vergonha, mas eu, teimoso, desejava
muito eternizar aquele momento. Invadi a sala de parto com a câmera no ombro e
chorei enquanto filmava o parto do meu primeiro filho.
- Não, amor! Que vergonha!
Todo mundo que chegava lá em casa era obrigado a assistir ao filme.
Perdi a conta de quantas cópias eu fiz do parto e distribuí entre amigos,
parentes e parentes dos amigos. Meu filho e minha esposa eram os meus orgulho e
tesouro. Três anos se passaram... Aí,
nova gravidez, novo parto, nova filmagem, nova crise de choro, tudo como antes.
Como ela "categoricamente" me disse que não queria que eu a filmasse
dessa vez, sem ela esperar, invadi a sala de parto e mais uma vez com a câmera
ao ombro cumpri o mesmo ritual.
As pessoas que me conhecem sabem que em mim havia naquele momento
apenas o amor de pai e marido apaixonado nesse ato. O fato de fazer diversas
cópias da fita era apenas uma demonstração de meu orgulho.
Agora, eu com 50 ela com 49...
Nada que se comparasse ao fato de ela, nessa semana, num instinto
de vingança, invadisse a sala do meu urologista, com a câmera ao ombro,
filmando o meu exame de próstata.
Eu lá, com as pernas naquelas malditas perneiras, o cara com um dedo
(ele jura que era só um!) quase na minha garganta e minha mulher gritando:
- Ah, doutor, que maravilha! Vou fazer duas mil cópias dessa fita!
Semana que vem estou enviando uma para o senhor!
Meus olhos saindo da órbita fuzilaram aquela cachorra, mas a dor
era tanta que não conseguia nem falar. O miserável do médico, para se exibir,
girou o dedão!!! Ah! Eu na hora vi o teto a dois centímetros do meu nariz. E a
minha mulher continuou a gritar, como se fosse um diretor de cinema:
- Isso, doutor! Agora gire de novo, mais devagar dessa vez. Vou dar
um close agora...
Na hora alcancei um sapato no chão e joguei na maldita.
Agora, amigos, estou
escrevendo este e-mail pedindo aos amigos, parentes e outro mais que se
receberem uma cópia do filme, que o enviem de volta para mim. Eu pago a taxa de
reembolso.
Assinar:
Postagens (Atom)
