sábado, 7 de janeiro de 2017

A CARTA DE ABRAHAM LINCOLN

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Carta atribuída ao presidente norte-americano Abraham Lincoln, escrita em 1830, e dirigida ao professor do seu filho.
Verdadeira ou não, é uma linda mensagem:
Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas, por favor, diga-lhe que: para cada vilão há um herói; para cada egoísta, há um líder dedicado.
Ensine-lhe, por favor, que para cada inimigo, haverá também um amigo. Ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha do que uma moeda encontrada. Ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória. Afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso.
Faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales. Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa. Ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos. Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros. Ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram. Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho. Ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram. Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço. Deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso. Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor.
Abraham Lincoln, 1830.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

MUDANÇA DE PLANOS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Como não ganhei nenhum vintém na “Mega da Virada”, sou obrigado a refazer os planos das minhas viagens para 2017.
· Ao invés do natal Disney, levar as crianças para um passeio na Praça da Faculdade.
· Ao invés de ir ao Camp Nou, na Espanha, ver o clássico Barcelona x Real Madri, assistir, no estádio Juca Sampaio de Palmeira do Índios, o clássico interiorano do futebol alagoano CSE x ASA.
· Ao invés do Sea World, um domingo no Park de Água do Conjunto Benedito Bentes.
· Ao invés dos Alpes Suíços, um fim de semana na cidade de Mar Vermelho.
· Ao invés de compras em Miami, ir pechinchar no Camelódromo da Praça da Cadeia.
· Ao invés de jogar nos Casinos de Las Vegas, fazer uma “fezinha” no Jogo do Bicho, no cambista da esquina.
· Ao invés das Ilhas Gregas, um “Passeio das 9 Ilhas” na Lagoa Mundaú.
· Ao invés de um Cruzeiro Marítimo, um passeio de canoa na Lagoa Manguaba.
· Ao invés das praias do Caribe, uns mergulhos na praia de Paripueira.
· Ao invés de esquiar na Patagônia, patinar na pista de gelo do Parque Shopping.
· Ao invés de desfilar no carnaval do Rio de Janeiro, pular o frevo da Praça Moleque Namorador, no bairro de Ponta Grossa.
· Ao invés do Vaticano, uma visita ao Santuário da Virgem dos Pobres, no bairro de Magabeiras.
· Ao invés de conhecer o Lago Ness, tomar banho no Açude do Jacuípe, em Igaci.
· Ao invés do subir no Cristo Redentor do Rio de Janeiro, visitar o “Cristo da Serra do Goiti” em Palmeira dos Índios.
· Ao invés de brincar na Oktoberfest, em Blumenau, virar “pipoca” nas prévias carnavalescas da Pajuçara.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

UMUNTU NGUMUNTU NAGABANTU

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Um antropólogo estava estudando uma tribo na África, chamada Ubuntu, e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta para casa. Como sobrava muito tempo, então, propôs uma brincadeira para as crianças:
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito, com laço de fita e tudo, e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que, quando ele dissesse "", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado.
Quando ele disse "", instantaneamente, todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem, felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou por que elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam:
- Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo, ou jamais teria proposto uma competição, certo?
"Ubuntu" significa  "Sou quem sou, porque somos todos nós". Na tradução literal da expressão inteira, utilizada por esse povo, "Umuntu ngumuntu nagabantu" é “Uma pessoa só é uma pessoa por causa das outras pessoas”.
Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que TEMOS...