terça-feira, 2 de outubro de 2018

IPOD

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES 

Os primos da cidade foram passar o natal com os parentes do sítio.
Alguns dias depois, logo após o natal, tava lá o primo da cidade esnobando com o primo caipira, o que tinha ganho de presente.
O primo da cidade, querendo se mostrar, falou:
- Primo, viu só o que eu ganhei de presente? Um “iPod”, espetacular!
O primo caipira retrucou: 
- Bão, primo, muito bão; bão dimais...
Então, o primo da cidade perguntou:
- Como bom, primo?! E o que foi que você ganhou?
- Ganhei isso aí tamém, uai!
O primo da cidade estranhou e perguntou:
- Mas, quem te deu?
- Minha prima, a tua irmã... 
- E de que marca era?
Aí, o primo caipira respondeu:
- Sei lá, primo! Nóis dois tava onti na cachuêra nadano. pelado... Eu cheguei  purditráis dela e incostei. Ela virou pra mim e falô: “Aí, Pode”... É bão dimais, primo! Agora, si tem marca, eu sei não; mas aqui na roça nóis conheci ele como "cu"...

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

AS RESPOSTAS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Um grupo de mulheres reuniu-se num seminário sobre como melhorar a sua vida  conjugal, quando lhes foi questionado:
- Quais de vocês ainda amam os seus  maridos?
Todas levantaram a mão! Em seguida foram inquiridas sobre qual a última vez que teriam dito aos seus maridos que o amavam. Algumas responderam “Hoje”, outras “Ontem”, mas a maioria não se recordava! Por fim fizeram um teste e pediram que todas pegassem seus celulares e enviassem um SMS aos seus maridos dizendo: “Te amo muito, querido”.
Depois foi pedido que mostrassem as respostas dos respectivos maridos. Estas foram algumas das respostas:
- Você está bem?
- Que foi? Bateu com o carro outra vez?
- O que você fez agora?
- O que é que você quer dizer?
- Não fala com rodeios, me diz logo de quanto você precisa!
- Estou sonhando?
- Se não me disser para quem era este SMS, eu juro que te mato!
  E a melhor de todas:
  - Quem  é?

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

COMO PRENDER PORCOS SELVAGENS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um dia, o professor de Química de um grande colégio, enquanto a turma estava no laboratório, percebeu um jovem que coçava continuamente as costas e se esticava como se elas doessem.
Ao ser questionado o aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas, pois tinha sido alvejado quando lutava contra os comunistas de seu país que estavam tentando derrubar o governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”.
No meio do relato ele olhou para o professor e perguntou:
- O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?
- Não - respondeu o professor.
- Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todo dia comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca. Mas só de um lado do lugar onde eles se acostumaram a vir. Quando eles se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho e você coloca o outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam para comer. Você continua assim, até colocar os quatro lados da cerca em volta deles, com uma porta no último lado. Os porcos, que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas, continuam a vir. Você, então, fecha a porteira e captura o grupo todo. E assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro das cercas, mas logo voltam a comer o milho fácil e gratuito. E ficam tão acostumados a ele que esquecem como caçar na floresta, por si próprios. E por isso, aceitam a servidão.
O jovem, então, disse ao professor que era isso o que ele via acontecer em seu país. O governo ficava empurrando o povo para o comunismo e o socialismo, espalhando o milho gratuito, na forma de propagandas de auxílio de renda, bolsas disso e daquilo, impostos variados, estatutos de proteção, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, programas de bem-estar social, medicina e medicamentos gratuitos. Sempre e sempre novas leis Tudo ao custo da perda contínua da liberdade. Migalha a migalha.
Devemos nos lembrar de que não existe esse negócio de almoço grátis e, também, que não é possível alguém prestar um serviço mais barato do que seria se você mesmo o fizesse.
O milho já está sendo colocado faz tempo; as cercas estão sendo colocadas aos poucos; imperceptivelmente.
E quando menos se espera...
TRANCAM A PORTEIRA!