POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Estava o grande Mestre Pik Aretha, nas montanhas do Tibet, em sua meditação matinal, quando foi interrompido por um dos seus discípulos:POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Estava o grande Mestre Pik Aretha, nas montanhas do Tibet, em sua meditação matinal, quando foi interrompido por um dos seus discípulos:POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
O causo abaixo ilustra muito bem uma situação muito presente em vários países, onde visitantes e imigrantes teimam em desrespeitar a cultura, a crença, a religião e os hábitos da população nativa. Contam que tudo aconteceu na cidade inglesa de Manchester:POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
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Desde meados do século XIX uma área no Oceano Atlântico, em forma de triângulo, com seus vértices na Flórida (EUA), em Porto Rico e nas ilhas Bermudas, é considerada o local do misterioso desaparecimento de 50 navios e 20 aviões. As ocorrências naturais (ou sobrenaturais) atribuídas à região levaram os mais crentes a denominarem o lugar de “Triângulo do Diabo”. Embarcações totalmente abandonadas, sem sinal dos corpos de seus ocupantes; navios e aviões que sumiram, sem deixar rastros, são as principais evidências que sustentam as teorias sobrenaturais sobre o que acontece por lá. Na verdade, características geofísicas da região e fatores climáticos são provavelmente as principais causas dos desaparecimentos. Além disso, há a possibilidade da corrente marítima, muito rápida e turbulenta, e falhas na correção da navegação levarem as embarcações a se perderem e envolverem-se em catástrofes.
Os vampiros não nasceram lá, mas o mais famoso de todos eles sim. Imortalizado no romance de Bran Stokler, Drácula teria sido inspirado em Vlad “Dracul” Tepes, príncipe e líder guerreiro, que no século 15 lutou pela Ordem dos Cavaleiros do Dragão ao lado dos cristãos e contra os turcos. Entre as inúmeras barbaridades que teria cometido estariam empalar seus inimigos e beber o sangue deles. O castelo, no qual morou, fica na Transilvânia, região atualmente localizada na Romênia. Construído há cerca de dois mil anos, o Castelo de Bran é cercado de mistérios sobre a existência de passagens secretas e de acontecimentos sobrenaturais. Apesar da lenda de que Vlad tenha se transformado num vampiro, o que mais assusta no Castelo de Bran são as memórias das atrocidades cometidas por ele enquanto ainda era um ser humano.
O Templo é uma igreja construída em 1185, em Londres, pelos Cavaleiros Templários. Ela era utilizada por eles como seu quartel general e também para suas cerimônias secretas de iniciação. Com o fim dos Templários no século XIV, a igreja passou a ser controlada pelos Cavaleiros de Malta até que, no século XVII, o rei James I assumiu a propriedade. A igreja tornou-se popular com o sucesso do livro “O Código da Vinci” que a cita como um dos locais que guardariam segredos referentes ao Santo Graal, ou à linhagem sagrada de Jesus, segundo a trama do romance. Durante o esplendor dos Templários, nos séculos XII e XIII, várias figuras importantes lá foram enterradas e é possível ver suas monumentais efígies de mármore, uma ao lado da outra, no chão da igreja. O Templo foi construído por Heraclius, Patriarca de Jerusalém, em honra da abençoada Maria. Acredita-se que o local tenha guardado vários objetos sagrados vindos da Terra Santa. além de ter abrigado várias das reuniões secretas e misteriosas dos Cavaleiros Templários.
Ele foi Faraó do antigo Egito, tendo reinado entre os anos 1333 e 1323 antes de Cristo. Reinou e morreu jovem com apenas 19 anos de idade. Assim como outros Faraós, Tutancâmon teria uma tumba digna para desfrutar da vida após a morte, mas devido a sua inesperada partida deste mundo ele acabou enterrado em uma pequena tumba adaptada localizada no Vale dos Reis. Esquecida e longe das principais, que acabaram vítimas de saqueadores, a tumba de Tutancâmon só foi descoberta em 1922. Ela estava inteiramente preservada e com todas as relíquias lá deixadas junto com o sarcófago do Faraó. Os tesouros de Tutancâmon estão atualmente no Museu Egípcio, no Cairo. Mais famosa do que o seu ocupante, a tumba ganhou notoriedade não apenas por ter sido uma das únicas a ser encontrada praticamente intacta, mas também graças à “Maldição da múmia” que ela guardaria. As mortes do arqueólogo Howard Carter, descobridor da tumba, em circunstâncias misteriosas, e do nobre inglês patrocinador da expedição e de alguns de seus amigos e parentes próximos, logo após a descoberta, alimentaram a lenda de que a tumba guardaria uma “Maldição da múmia” que atingiria a todos os que a profanassem.
Seria ela parte do continente perdido de Atlântida ou obra de “Deuses astronautas”? Muitas teorias tentam explicar as gigantescas estátuas da Ilha de Páscoa, localizada no sul do Oceano Pacífico, na altura do Chile. As estátuas, feitas em rochas vulcânicas, receberam o nome de Moais. Quase nove centenas delas, com altura de até 22 metros e pesando 90 toneladas, espalharam-se pelo território, tornando Páscoa a ilha mais misteriosa do planeta. Os Moais eram provavelmente dedicados ao culto aos mortos e teorias místicas explicam que eles foram construídos com a ajuda da Mana, energia oculta, que anima as coisas e as pessoas. O que mais impressiona nas estátuas, além de entender como elas foram construídas, é o fato de não representarem deuses ou entidades divinas e sim os habitantes da ilha.
Uma das mais antigas civilizações do planeta, nascida cerca de três mil anos antes de Cristo, dotada de avançados conhecimentos em arquitetura, astronomia e agricultura e que tinha uma religião que exigia a prática de sacrifícios humanos, o Império Maia ocupou o que hoje é o sul do México, a Guatemala, o norte de Belize e o oeste de Honduras. Suas pirâmides e templos religiosos e sua capacidade como guerreiros deixaram os colonizadores espanhóis assombrados no século XVI. Naquele momento a civilização Maia já vivia seu declínio e, mesmo assim, ela resistiu durante vinte anos aos ataques espanhóis. Uma das mais misteriosas ruínas Maias encontra-se em Chichen Itza (México) onde está o Poço Sagrado usado para rituais que incluíam sacrifícios humanos. Outro mistério que assombra as ruínas Maias é entender o que levou esse povo a abandonar as suas cidades, vários séculos antes dos espanhóis chegarem.
Portal para outro universo, santuário destinado a curas, computador pré-histórico para previsões astronômicas, monumento aos mortos e à vida eterna. Após várias teorias, místicas ou científicas, Stonehenge continua um mistério. O gigantesco monumento circular formado por pedras moldadas pelo homem, em seis etapas, na transição da Era da Pedra para a Era do Bronze (entre os anos 3.000 a.C e 1.500 a.C), continua a intrigar arqueólogos e a instigar a imaginação de muita gente. Localizado no sul da Inglaterra, Stonehenge apresenta círculos concêntricos de pedras com até 5 metros de altura e pesando cerca de 50 toneladas. As pesquisas arqueológicas mais recentes indicam que provavelmente Stonehenge tenha sido um observatório astronômico construído por uma antiga civilização com a finalidade de observar os solstícios e equinócios com precisão. Somente muitos séculos depois ele acabou virando um santuário religioso, ao ser encontrado pelos Druidas. O advento do misticismo da Nova Era, no entanto, fez de Stonehenge o mais importante centro de peregrinação para os cultos neo-pagãos, apesar do engano histórico que é identificá-lo como uma criação dos Druidas originais.
Ela é provavelmente a casa assombrada mais famosa do mundo. Localizada no número 122 da Ocean Avenue, em Amityville, estado de Nova York, a residência que pertenceu à família DeFeo, tornou-se, desde os anos 1970, um dos lugares mais misteriosos e amedrontadores da Terra. A casa foi o palco, em 13 de novembro de 1974, dos assassinatos cometidos por Robert DeFeo, que matou, a tiros, seis membros de sua família: pai, mãe e seus irmãos e irmãs menores. O motivo do bárbaro crime, segundo o assassino, seriam as “vozes” que ele ouvira naquela noite ordenando que ele cometesse a chacina. Um ano depois, a casa em Amityville voltou a ser ocupada, desta vez pela família Lutz, mas eles não permaneceram muito tempo por lá. Após um padre tentar abençoar a casa, os Lutz a deixaram, alegando que eventos paranormais que lá aconteciam os atormentavam com aparições, objetos que se moviam e outras coisas sobrenaturais que estariam alterando suas personalidades. Antes que o pior acontecesse, eles resolveram partir. Isso e todo o resto que tinha acontecido alimentaram as lendas de que a casa em Amityville teria sido construída num local habitado por um bruxo que escapou de Salem e que construíra ali um portal para o Inferno ou de que ela ficava onde existia um antigo cemitério. No fim, o que de real existe até agora é que, além dos bárbaros crimes cometidos por Robert DeFeo, Amityville rendeu o best-seller “Horror em Amityville”, feito em parceria pelos Lutz com o escritor Jay Anson, que mais tarde virou uma série de filmes para o cinema. As “vozes” ouvidas por DeFeo foram provavelmente uma tentativa de alegar insanidade mental antes do julgamento, mas a crença de que algo de muito ruim assombra aquela casa em Amityville ainda alimenta a imaginação de muitas pessoas.
Maior lago de água doce no Reino Unido, ele é grande o suficiente para abrigar um monstro subaquático, do tipo pré-histórico, e está localizado numa região cheia de lugares, eventos e personagens místicos. O Lago Ness fica na Escócia, mais precisamente numa área conhecida como Highlands. Ao longo dos séculos, surgiram relatos sobre a existência de um gigantesco monstro ou serpente que habitaria o lago. Esse tipo de narrativa era comum na Grã-Bretanha e na Escandinávia, reveladora do medo dos habitantes e visitantes ao deparar-se com lagos profundos e extensos como o Ness. Muito provavelmente a lenda tem suas origens na função prática de manter as crianças longe das águas para evitar os afogamentos. Mas com o avanço do cristianismo em terras britânicas na Idade Média, a lenda do monstro misturou-se com relatos de milagres cristãos, como o de São Columba, e ganhou força. Mais recentemente, um dos fatos que impulsionou a crença de que o lago Ness abrigaria um monstro de verdade foi uma fotografia tirada em 1934 por um respeitado médico e ex-militar, o coronel Robert Kenneth Wilson, e que mostraria o pescoço e a cabeça da criatura emergindo do lago. Décadas mais tarde, no entanto, um dos participantes da farsa confessou em seu leito de morte a construção de um monstro falso que, embarcado em um submarino de brinquedo, virou a foto que espantou o mundo. Nesse meio tempo, sonares, submarinos, mergulhadores e milhares de horas de observação de pesquisadores e curiosos tentaram em vão encontrar o misterioso monstro do lago Ness.
Uma instalação militar por si só já é um lugar que tende a ser bastante secreto. Agora imagine uma dessas destinada aos experimentos tecnológicos mais avançados do mais poderoso exército do planeta. Ela é puro mistério. A Área 51, nome popular para aquilo que alguns chamam de Comissão de Energia Atômica e outros de Centro de Testes de Vôo da Força Aérea, está localizada próxima a Las Vegas no deserto de Nevada (EUA), ao lado de um local que foi utilizado para testes de bombas nucleares. Esta instalação militar, que é misteriosa até em relação ao seu nome, tem sido uma fonte inesgotável de lendas, mitos e teorias da conspiração. Dos clássicos da ficção científica aos mais populares seriados da TV, como “Arquivo X”, várias obras de ficção inspiraram-se nela para seus enredos. Cercada de medidas de segurança e sigilo absoluto, especula-se que lá se desenvolvam testes de equipamentos da Força Aérea dos Estados Unidos, como os famosos aviões “invisíveis”. Mas, os mais céticos em relação a isso pensam que lá ocorrem experimentos com tecnologias alienígenas e até mesmo o estudo de extraterrestres que apareceram por aqui, como no famigerado episódio de Roswell, quando uma aeronave alienígena teria caído naquela cidade do Novo México e os fragmentos e corpos encontrados teriam sido enviados para a Área 51. Sem dúvida, essa mistura de segredos militares, alienígenas e conspirações governamentais faz da Área 51 o lugar mais misterioso atualmente no planeta. Neste caso, poderíamos dizer que, de forma diferente do que Fox Mulder acredita, “a verdade está lá dentro”.Texto de Aloisio Guimarães
A nigeriana Aisha Dannupawa, moradora em Zamfara, se casou com Ali Maizinari após se divorciar do seu primeiro marido. Mas, se arrependimento matasse, ela já tinha morrido há muito tempo: somente descobriu, na lua-de-mel, que o seu novo marido era um verdadeiro “jumento”, do tipo “negão do zapzap”, tornando a sua noite de núpcias em um verdadeiro filme de terror.Texto de Aloisio Guimarães
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“Jamais se desespere em meio às mais sombrias aflições de sua vida, pois é da nuvem mais negra que cai a água mais límpida e fecunda.”Texto de Aloisio Guimarães
Uma das versões da origem do baralho diz que ele foi inventado pelo pintor francês Jacquemin Gringonneur, obedecendo a uma ordem do rei Carlos VI de França, que idealizou os naipes do baralho como forma de representar as divisões sociais da França: o Clero (Copas), a Burguesia (Ouro), os Militares (Espada) e os Camponeses (Paus).POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
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Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma
casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e
brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas
ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de
um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus
narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade... Bem pertinho é modo de
dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os
ratos estava um gato.
O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes
fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para
fora do buraco para que o gato desse um pulo e era uma vez um ratinho! Os ratos odiavam o
gato. Quanto mais o odiavam, mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum
os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou
sonhavam com um cachorro... Como nada pudessem fazer, reuniram-se
para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se
sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica
filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam
abolidos e todos seriam iguais.
- Quando se estabelecer a ditadura dos ratos - diziam os
camundongos - então todos serão felizes...
- O queijo é grande o bastante para todos - dizia um.
- Socializaremos o queijo - dizia outro.
Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções. Era comovente ver
tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam... Nos
seus sonhos, comiam o queijo. E, quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque
esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem; crescem
sempre. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando:
- Ao queijo, já!
Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa
bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do
que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco. Olharam
cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O
gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso e, dos ratos, surgiu um
brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo,
irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a
primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são
diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer,
diminuem. Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor
o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se
fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto
do queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes.
Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais
fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a
brigar entre si. Alguns ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se
restabeleceria a ordem.
O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:
"Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus
proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha
sido abandonado pelo dono".
Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram
condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros e fracos, de dentro do
buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais
inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos
fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato, o olhar malvado, os
dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre
o gato de antes e os ratos de agora. Os ratos fortes se tornavam cada vez
mais fortes. Diziam mentiras para enganar os outros ratos. Os ratos fracos
acreditavam nas mentiras por ignorância ou por medo. Por medo, muitos ratos
fracos defendiam os ratos fortes, na esperança ganhar alguma migalha de queijo. Os ratos fortes
criaram impostos. Sempre aumentavam estes impostos. Precisavam arrecadar
dinheiro para poder ficar mais fortes e assim poder cuidar do queijo. Precisam
de mais e mais impostos, porque só eles poderiam cuidar da saúde dos ratos
fracos!
Todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos...