sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ROMANTISMO MASCULINO

AUTORIA: DESCONHECIDA - RECEBIDO POR E-MAIL

O texto a seguir, retrata com fidelidade espantosa o que restou, após alguns anos, do romantismo existente entre milhares de casais:
Um homem e uma mulher, que nunca tinham se encontrado, casados com outras pessoas, foram alocados como passageiros numa mesma cabine de um trem transcontinental.
Apesar de, inicialmente, meio envergonhados e desconfortáveis com a situação de compartilharem o mesmo aposento, ambos estavam muito cansados e caíram no sono rapidamente.
Ele no beliche superior e ela, no inferior.
Por volta de uma hora da madrugada, o homem se inclinou e gentilmente cutucou a mulher, acordando-a, dizendo:  
- Desculpe-me o incômodo, mas você poderia pegar para mim, no armário, um cobertor extra?  Estou morrendo de frio...
A mulher respondeu prontamente:
- Eu tenho uma ideia melhor: somente esta noite, vamos fingir que eu e você somos casados.
O homem exclamou:
- Uau! Esta é uma excelente ideia!
Então, a mulher disse:
- Ótimo! Então, vá buscar você mesmo a merda do cobertor!
Após um breve momento de silêncio...
... O homem PEIDOU!

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

INOCÊNCIA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
 
Com o passar dos anos, vamos perdendo a inocência, que não é outra coisa senão a sabedoria que Deus nos presenteou.
Veja alguns exemplos:

PRIMEIRA HISTÓRIA
Foi solicitado em uma ocasião ao autor e orador Leo Buscaglia que fizesse parte de jurado em um concurso. O propósito de concurso era encontrar a criança mais carinhosa.
O vencedor foi um menino de 4 anos, vizinho de um velho cuja esposa havia falecido.
O menino, ao ver o velho chorar no quintal da sua casa, se acercou e se sentou no seu colo.
Quando sua mãe lhe perguntou o que lhe havia dito ao vizinho, o menino lhe respondeu:
- Nada, só lhe ajudei a chorar.
SEGUNDA HISTÓRIA
A professora Debbie Moon estava estudando com seu grupo de primeiro ano a gravura de uma família. Na gravura havia um menino que tinha cabelos de cor diferente do resto da família.
Um dos meninos do grupo sugeriu que o menino da pintura era adotado.
Então, uma menina do grupo lhe disse:
- Eu sei tudo de adoções porque eu sou adotada.
- Que significa ser adotado? - perguntou outro menino.
- Significa - disse a menina que tu cresces no coração de tua mamãe ao invés de crescer no seu ventre.
TERCEIRA HISTÓRIA
Jamie estava tentando conseguir fazer parte em uma peça teatral na escola. Sua mãe contava que o menino havia posto seu coração nisso e ela temia que não fosse eleito.
No dia que as personagens da peça foram distribuídas, eu estava na escola.
Jamie saiu correndo com os olhos brilhantes, com orgulho e emoção:
- Adivinhe, mamãe...
Gritou e logo disse as palavras que permanecerão como uma lição para mim:
- Eu fui escolhido para aplaudir e animar.
QUARTA HISTÓRIA
Um menino de 10 anos estava na rua, descalço, parado em frente a uma loja de sapatos, apontando através da vitrine e tremendo de frio. Uma senhora se acercou do menino e lhe perguntou:
- Meu pequeno amigo, o que estás olhando com tanto interesse nessa vitrine?
- Eu estava pedindo a Deus que me desse um par de sapatos - foi a resposta do menino.
A mulher pegou o menino pela mão e entraram na loja. Ela pediu ao atendente meia dúzia de pares de meias para o menino. Pediu também um recipiente com água e toalha e foram para os fundos da loja onde ela lavou os pés do menino, calçou com as meias e lhe comprou um par de sapatos.
Juntou o resto dos pares de meias e os deu ao menino. Acariciou a cabeça do menino e lhe disse:
- Não há dúvida, pequeno amigo, que agora estás mais confortável!
Quando ela dava meia volta pra ir embora, o menino agarrou a mão e olhando-as com lágrima nos olhos lhe perguntou:
- Você é a esposa de Deus?
 
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ENTROU PELO CANO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
 
Em Concepción, no Chile, uma dupla de ladrões foi flagrada tentando roubar a bolsa de uma passageira de um ônibus, mas se deram mal: um deles conseguiu fugir, mas o outro foi preso, na porta do ônibus, e espancado pelo motorista. Nessa hora, acabou a valentia do bandido: o vagabundo caiu no choro, até a polícia chegar, e levá-lo para a cadeia. 

video
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TRATAMENTO DE CHOQUE

AUTORIA: ALOISIO GUIMARÃES

Desde meus tempos de juventude que os cabelos brancos começaram a tomar conta da minha cabeça. Por conta disso, apesar dos meus 57 anos, aparento ter mais idade do que realmente tenho.
Determinado arquiteto, com quem já mantive relações profissionais, muito mais do que pessoais, é uma daquelas pessoas que logo se julga íntimo de todos. Nada de grave nisso. O chato é quando as brincadeiras de "intimidade", mesmo que "sadias", são em lugares inapropriados.
Pois bem, todas as vezes ele me encontrava, fazendo alusão clara aos meus cabelos e barba brancos, gritava:
- Ô, Papai Noel, como vai?
Não importava lugar, hora e companhia de nenhum de nós dois; o cumprimento dele para comigo era sempre este.
Lógico que isso foi irritando...
Em um dos domingos do mês de dezembro do ano passado, justamente perto do Natal, fomos almoçar no shopping (eu, minha mulher e minha filha). Mês de dezembro, perto do Natal, Praça de Alimentação lotada de famílias... Em determinado instante, ouvi um grito:
- Ô, Papai Noel, como vai?
Era ele, metido a engraçado como sempre!
Acontece que, nesta ocasião, ele também estava na companhia da sua esposa e da sua filha. E, como neste dia eu tinha “acordado com o ovo virado", respondi bem alto e com todas as letras, para que todos também ouvissem:
- Vem cá, filhinho! Senta aqui, no colinho do Papai Noel. Vem tirar um retratinho... Senta aqui, você vai adorar!
Ele perdeu a graça, fechou a cara e por um bom tempo não me chamou de Papai Noel.
Foi um santo remédio!
Como o brasileiro tem memória curta, ele já começa de novo...
Até quando? 
Até o próximo convite para um retratinho...

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

QUEM É?!

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
 
Um grupo de mulheres reuniu-se num seminário sobre como melhorar a sua vida  conjugal.
 Então, foi-lhes questionado:
- Quais de vocês ainda amam os seus  maridos?
Todas levantaram a mão. Em seguida foram inquiridas sobre qual a última vez que teriam dito aos seus maridos que o amavam. Algumas responderam
- Hoje.
Outras:
- Ontem.
Mas a maioria não se recordava. Por fim fizeram um teste e pediram que todas pegassem seus celulares e enviassem um SMS aos seus maridos dizendo “Te amo muito, querido.”.
Depois foi pedido que mostrassem as respostas dos respectivos maridos. Estas foram algumas das respostas:
- Você está bem?
- Que foi? Bateu com o carro outra vez?
- O que você fez agora?
- O que é que você quer dizer?
- Não fala com rodeios, me diz logo de quanto você precisa!
- Estou sonhando?
- Se não me disser para quem era este SMS, eu juro que te mato!
  E a melhor de todas:
- Quem é?!
 
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A TORRADA QUEIMADA

AUTORIA: DESCONHECIDA - RECEBIDO POR E-MAIL
 
Quando eu ainda era um menino, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro. Naquela noite distante, minha mãe colocou um copo com leite e um prato com torradas bastante queimadas, para o meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe, e me perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geleia e engolindo cada pedaço. Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por ter queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
- Amor, eu adoro torrada queimada.
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele realmente gostava de torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
- Filho, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor cozinheiro do mundo.
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, relevando as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. E essa lição serve para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos e amigos.
 
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