sexta-feira, 31 de outubro de 2014

IMAGINE SE O "FIO DA PESTE" FOSSE GRANDE...

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

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CÂNCER DE MAMA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

 
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O JARDINEIRO

AUTORIA: DESCONHECIDA - RECEBIDO POR E-MAIL

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem, por tradição, na frente, um lindo gramado. Muito deles são motivos de orgulho dos donos das casas. A manutenção e beleza destes jardins são feito por milhares de jardineiros, país afora, de leste a oeste.
Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa contratou um desses jardineiros.
Quando o jardineiro chegou, o executivo viu que tinha contratado um garoto de apenas 18 anos.
Claro que ele ficou surpreso, mas, mesmo assim, confiou-lhe o trabalho.
Tão logo terminou o serviço, o jovem solicitou ao executivo a permissão para utilizar o seu telefone.
Admirado com a educação do garoto, prontamente atendeu ao pedido e, muito curioso com a atitude, não pôde deixar de escutar, em viva voz, a conversa.
O garoto ligou para uma senhora e perguntou:
- A senhora está precisando de um jardineiro?
- Não, eu já tenho um - respondeu a senhora.
- Mas, além de aparar, eu também tiro o lixo...
- Isso, o meu jardineiro também faz.
- Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas, no final do serviço...
- Mas isso, o meu jardineiro também faz.
- Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível...
- Ele também me atende prontamente.
- O meu preço é um dos melhores...
- Não, muito obrigada. O preço do meu jardineiro também é muito bom.
- Obrigado e boa tarde - disse o garoto encerrando a ligação.
Quando o garoto desligou o telefone, o executivo lhe perguntou:
- Você perdeu um cliente?
O jovem respondeu:
- Não, eu sou o jardineiro dela... Eu apenas estava verificando o quanto ela estava satisfeita com o meu serviço.
Como o nosso país seria diferente se os "jardineiros" que contratamos para cuidar das nossas cidades agissem de mesma forma.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

TUDO MUNDO SERÁ UM GÊNIO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Foi lançado um aplicativo (App) que promete revolucionar o estudo da Matemática.
Através dele, para resolver qualquer equação matemática, o aluno precisa apenas tirar uma foto do problema que o aplicativo resolve automaticamente o problema, passo a passo e lhe mostra o resultado.
Veja como a coisa funciona:
 
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DICAS PARA CONQUISTAR UM HOMEM

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL
 
 
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

CONTAGEM REGRESSIVA

AUTORIA: ALOISIO GUIMARÃES

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OS SETE PECADOS CAPITAIS

AUTORIA: ALOISIO GUIMARÃES - PESQUISA NA INTERNET
 
Há sete pecados, ou vícios, que podem ser tidos como graves, quer quanto à sua natureza, quer quanto às suas consequências. Estes sete pecados capitais são: a Soberba, a Avareza, a Luxúria, a Inveja, a Gula, a Ira e a Preguiça.
A soberba, a avareza, a inveja, a ira e a preguiça são mais especialmente pecados do espírito enquanto que a luxúria e a gula são pecados do corpo.
1. A SOBERBA OU ORGULHO
A Soberba é a estima excessiva da própria pessoa. Manifesta-se principalmente de três maneiras, já que o soberbo:
a. Mostra-se ufano das qualidades que tem, não se lembra que deve por elas dar glória a Deus.
b. Atribui-se dotes que não possui;
c. Rebaixa as vantagens dos outros.
A Soberba produz a Ambição, a Presunção e a Vanglória. A Ambição é o desejo descomedido de glória, honras, fortuna, poder, etc. o ambicioso anda atrás das posições de destaque e das dignidades. A Presunção é a demasiada confiança em si próprio. Presunção e ambição não raro andam juntas. O presunçoso exagera seus talentos, julga-se preparadíssimo para qualquer encargo. E trata de meter-se em negócios e empregos altos, para os quais lhe falecem habilidades e competência e a Vanglória é a mania de se envaidecer por predicados, mais brilhantes e espalhafatosos, do que reais e sólidos; de colher louvores, e pasmar os circunstantes, quanto não há motivo para tanto. Justifica-se no ponto de vista hierárquico e econômico. A vanglória gera a Jactância, a Bazófia ou Gabolice e é doida pelos elogios. Baba-se por eles, suplica-os. Nas palestras, não deixa os outros falar. Só ele, só dele. Não aprecia os companheiros, nem se importa com eles, e por isso, conta, o que fez e não fez, mandou e desmandou, suas boas obras, virtudes e esmolas, para livrar-se de censura imerecida; e a Hipocrisia, felicitações que os gabolas se outorgam nos seus alardes palavrosos.
2. A AVAREZA 
A Avareza é o amor desregrado às riquezas. Assume duas modalidades: 
1. É avarento aquele que anda aflito para ganhar mais dinheiro, sempre excogita artes de aumentar seus cabedais. A fortuna, para ele, é um fim, e não o meio de prover às necessidades da existência.
2. O avarento mais encontradiço é o Sovina, aquele que está afeiçoado a seus tesouros. Não dá nada. Para ele, não é vício; é uma virtude preciosa, estímulo do trabalho e mãe da prosperidade. A avareza tanto se aninha no coração do pobre, como no do rico. Avulta com a idade e recrudesce com a velhice.
Da avareza nascem a injustiça para com o próximo (fraudes, trapaças, roubos); a traição e o empedernimento do coração para com os indigentes (avarento não se compadece da miséria; nunca abre a mão para obsequiar, para dar esmola aos pobres).
 3. A LUXÚRIA
 A Luxúria, ou Lascívia, é o vício contrário à Pureza, proibido pelo 6º e 9º Mandamentos da Lei de Deus.
A Pureza ou Castidade consiste na abstenção dos prazeres carnais ilícitos. Nenhuma virtude tem mais valor do que a castidade, porque ela, melhor que as outras, é o domínio do espírito sobre a carne, da alma sobre o corpo, se manifestando das seguintes formas:
a. Más ações: há certas coisas indecentes que o menino não se atreveria a praticar à vista de seus pais ou de seus mestres, e que desonram e envergonham os autores, quando essas coisas vêm a ser conhecidas.
 b. Maus olhares: consistem em demorar a vista, por gosto e sem necessidade, nos objetos ou nas pessoas que podem excitar as paixões: por exemplo, estátuas, imagens ou pessoas que não têm a devida decência. 
c. Escritos e palavras desonesta: qualquer escrito (maus livros e maus jornais), qualquer palavra (cantigas ou conversas despudoradas) que ofendem o recato, ou abertamente, às escâncaras, ou disfarçadamente, por meio de equívocos, ambiguidades, reticências.  
d. Maus pensamentos: consiste em se demorar, voluntariamente, na imaginação de uma coisa ruim, sem querer mesmo chegar à prática da mesma. Tal deleitação, ou gozo, é chamada morosa, porque a razão, em lugar de repelir sem tardança, se demora nelas (immoratur), as acolhe com agrado, e nelas se compraz livremente.
e. Os maus desejos. O desejo é mais do que o pensamento, porque, com a imaginação do ato mau, está a intenção e vontade de praticá-lo. Perante Deus, é a mesmíssima coisa: querer ver, ouvir ou fazer, coisas impudicas, e ver, ouvir, ou fazer. Agora os desejos desonestos são como os pensamentos: culpados, exatamente na proporção em que são voluntários.
As causas determinantes de pecados contra a castidade podem se classificar em exteriores (más leituras, espetáculos de teatros e cinemas, dança, reuniões mundanas, más companhias e a moda) e interiores (o orgulho, a intemperança e o ócio).
4. A INVEJA
 A Inveja deriva-se da Soberba. Consiste no regozijo pela desgraça que sucede ao próximo e no pesar pela boa sorte dele, como se a felicidade alheia perturbasse a nossa. Logo, a inveja tem duas caras: expandida e risonha perante o mal dos outros; amarrada e tristonha diante da prosperidade alheia.
 O distintivo essencial da inveja é a falta de caridade. Portanto, não tem inveja:
 a. Quem se entristece porque vê que é feliz e passa bem uma pessoa que não o merece. Não é inveja, é "zelo desatinado" porque a repartição dos bens deste mundo é da conta exclusiva de Deus;
 b. Quem fica triste com a promoção de fulano, porque isto poderá causar transtornos; é "temor legítimo", se não ajuizado;
 c. Quem anda acabrunhado, porque outro ganhou o lugar que ele mesmo havia pleiteado por seus esforços; chama-se "brio, emulação".
 Ciúme é uma face da inveja. Não se alegra com os reveses e dissabores alheios, mas tem o receio exacerbado de perder o bem que possui, e cobiça, violentamente, o bem dos outros. Da inveja, nascem a calúnia, a maledicência, a delação, as rivalidades, as discórdias, o ódio e até o homicídio.
 5. A GULA
A Gula é o amor desordenado ao alimento. Quando se aplica de modo especial à bebida chama-se embriaguez, alcoolismo, se manifestando de dois modos: 
1. Pelo excesso na quantidade. O guloso multiplica as refeições; come a torto e a direito; ou então come demais, ou muito depressa, avidamente;
2. Por excessiva exigência na qualidade. Peca por gula o que procura iguarias finas, e requinta nos prazeres do paladar; e até, quem repisa, a toda hora, na conversa, esses tópicos.
 A Embriaguez é a forma mais torpe e repugnante da gula. Com efeito, quem cai neste vício até ficar bêbado, perde o uso da razão e resvala abaixo dos brutos.
O Alcoolismo é a paixão dos excitantes, das bebidas fortes. O alcoólico não chega a embebedar-se; mas, em doses exageradas e múltiplas, ingurgita o temível veneno. Tornou-se hábito, necessidade fatal. O alcoolismo não é senão embriaguez no estado crônico:
6. A IRA
 A Ira é um movimento desordenado da alma que se revolta contra o que não lhe apraz. Muitas vezes, é o resultado do orgulho que se julga melindrado, mas é também uma paixão proveniente da índole, e que a vontade custa a senhorear.
Nem sempre alcança, a ira, o mesmo grau de violência. Por isso distinguem-se: a impaciência; a raiva; o arrebatamento, que se derrama em berros e desaforos; o furor, que se traduz por insânias, acessos próximos da loucura e a vingança, que é o desejo cultivado de prejudicar a quem nos desagradou.
Há certa cólera que não é pecado. Vem a ser, apenas, justa indignação, quando se manifesta dentro de limites razoáveis: na hora azada, contra quem a merece, e com intensidade prudente. Um pai de família se mostrará oportuna e eficazmente irritado com o comportamento mau do filho, e infligirá uma correção enérgica que produza frutos de emenda. Um superior de comunidade, no desempenho do seu cargo, castiga publicamente uma ofensa à regra. A cólera, então, não é vício, é virtude.
 A Ira gera as disputas, as quisílias, doestos e vitupérios, brados e invectivas, rancor, ódios, assassínios e demandas.
7. PREGUIÇA
A Preguiça é o apego desmedido ao descanso que leva a omitir nossas obrigações, ou a descuidá-las. O espírito e o corpo do homem que trabalha necessitam de repouso. Mas, este não pode vir a ser regra geral, e com que o único fruto da existência. A preguiça faz ociosa a vida, e franqueia, a todas as tentações, os caminhos da alma. "A preguiça é a mãe de todos os vícios". Distinguem-se de duas formas:
1. Preguiça espiritual: falta de ânimo, de coragem no cumprimento dos deveres religiosos. A preguiça espiritual põe em perigo a salvação eterna.
2. Preguiça corporal: desleixo das nossas obrigações de estado. 
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