terça-feira, 31 de março de 2015

PRESÍDIO X TRABALHO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL

• CONFORTO

Presídio: Você passa a maior parte do tempo numa cela (5x6)m.

Trabalho: Você passa a maior parte do tempo numa sala (3x4)m.

• ALIMENTAÇÃO

Presídio: Você recebe três refeições por dia e de graça.

Trabalho: Você só tem uma, no horário de almoço, e tem que pagar por ela.

• RECONHECIMENTO

Presídio: Você é liberado por bom comportamento.

Trabalho: Você ganha mais trabalho, tendo um bom comportamento.

• RECEPÇÃO

Presídio: Um guarda abre e fecha todas as portas para você.

Trabalho: Você mesmo deve abrir as portas, se não for barrado pela segurança por ter
                 esquecido o crachá.

• DIVERSÃO

Presídio: Você assiste TV, joga baralho, bola, dama...

Trabalho: Você é demitido se assistir TV e jogar qualquer coisa.

• AMIGOS

Presídio: Você pode receber a visita de amigos, parentes e quengas.

Trabalho: Você não tem nem tempo de lembrar-se deles.

• DESPESAS

Presídio: Todas as despesas são pagas pelos contribuintes, sem seu esforço.

Trabalho: Você tem que pagar todas as suas despesas e ainda pagar impostos e taxas,
                deduzidas de seu salário, que servem para cobrir despesas dos presos.  

• FISCALIZAÇÃO

Presídio: Algumas vezes aparecem carcereiros sádicos...

Trabalho: No trabalho, os seus carcereiros usam nomes específicos: Gerente, Diretor,
                Coordenadores, Chefes, Gestores... 

• CASTIGO

Presídio: Você tem todo o tempo para ler piadinhas.

Trabalho: Ah, se te pegarem...

• TEMPO DE SERVIÇO

Presídio: Você sai em, no máximo, 15 anos.
Trabalho: Você tem que cumprir 35 anos, e não adianta ter bom comportamento.

- Agora, cá para nós, por que você não vai trabalhar ao invés de ficar lendo blogs? Tá pensando que tá aonde; no presídio, é?

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segunda-feira, 30 de março de 2015

BAR X ACADEMIA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Se você tem dúvidas entre tomar uma cerveja, estupidamente gelada, ou fazer academia, os seus problemas acabaram. A análise (séria) abaixo demonstra claramente qual é a decisão você deve tomar:
• VANTAGEM NUMÉRICA
- Existem mais bares do que academias. Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho.
  Bar 1 x 0 Academia
• AMBIENTE
- No bar, todo mundo está sempre alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece no primeiro gole de cerveja.
- Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia.
  Bar 2 x 0 Academia
• AMIZADE SIMPLES E SINCERA
- No barzinho, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda. Os companheiros do bar só reparam se o seu copo está cheio ou vazio.
  Bar 3 x 0 Academia
• CORTESIA
- Alguma academia já te deu uma semana de ginástica de graça? Não.
- No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja “por conta da casa”.
  Bar 4 x 0 Academia
• ECONOMIA
- Você já ganhou alguma saideira na academia? Alguém pagou alguma mensalidade tua?
- No bar, com certeza, alguém já te disse: “- Hoje, quem paga sou eu!”.
  Bar 5 x 0 Academia
• LIBERDADE
- Você pode falar palavrão na academia? Não. Lá só tem dodocas...
  Bar 6 x 0 Academia
• LIBERTINAGEM E DEMOCRACIA
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, problema é seu...
- Na academia, dividir um aparelho dá até briga.
  Bar 7 x 0 Academia
• BAIXO ASTRAL
- Você já viu um “'barista” (frequentador de bar) reclamando de dores musculares, joelho bichado, tendinite? Na academia só é o que dá...
Bar 8 x 0 Academia
• SAUDOSISMO
- Já tocaram a sua música romântica preferida na academia? Não! É só “bate-estaca”, né?
  Bar 9 x 0 Academia
• EMOÇÃO
- Onde você comemora a vitória do seu time? No bar ou na academia?
  Bar 10 x 0 Academia
• MEMÓRIA
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos? Claro que não, mas o “xêxo” no garçom é inesquecível!
  Bar 11 x 0 Academia
• SAÚDE
- Na academia, você molha todo o seu corpo de suor, fica quente e sujeito a um choque térmico de resultados imprevisível.
- No bar, o que você molha são apenas as palavras!
  Bar 12 x 0 Academia
• MULHERIO
- Na academia, tem mulher bonita, mas com o corpo coberto com aqueles colantes justos, mas surrados.
- No bar, a mulata, vestida com uma tanguinha “fio-dental” ou bermudinha bem curtinha, mostrando a “popa” da bunda, requebra, toda provocante, na tua frente.
  Bar 13 x 0 Academia
Goleada, meu amigo! Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este estudo para salvá-los do mau caminho! Afinal, você já fez amizade com alguém bebendo Gatorade?

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domingo, 29 de março de 2015

ACADEMIA E SUAS ANOMALIAS

AUTORIA: GABI CÉSAR LINS
           Publicitária e Blogueira


Eu estou em casa, tranquila e de repente algo me vem à cabeça...
A gente malha, investe em malhas, se acaba puxando um peso desgraçado, quase ganha um aneurisma e entre uma máquina e outra eu só observo.
Observo quem entra, quem sai e principalmente aquelas criaturas que se exibem e se veneram na frente do espelho.
Dessas, eu tenho raiva mesmo. Na verdade eu queria entender o que se passa na cabeça de um cara ou de uma mulher que sai de casa disposto a “puxar ferro” como eles chamam, olhando para si próprios.
Gente! Não quero ser a chata, mas já estou acostumada com esse adjetivo.
Também não estou aqui para generalizar. Deixo claro que essa é uma opinião minha. O fato é que malhar é ruim, comer é bom e pra mim felicidade é uma pizza, uma Coca-cola gelada, é chegar em casa e jantar com o meu marido.
Masssssss... Infelizmente ou felizmente decidi experimentar e me cuidar.
Pra vocês terem uma ideia, paguei 1 ano inteiro de academia. Isso mesmo, 1 ano.
Primeiro, porque estou acima do peso. Segundo, porque quero ficar gostosa e principalmente, saudável. Já que essa é a principal função da pessoa se matar durante 2 horas ou mais todo santo dia.
Enfim, que eu consiga cumprir esses 12 meses de contrato e que no fim eu olhe no espelho e veja uma Gabi mais torneada por fora e fortalecida por dentro. Mas não, não vou olhar pro espelho e me exibir como aqueles que acabei de criticar.
Quanto aos babacas narcisistas de plantão, só lamento pelos músculos enormes nos braços, pelas canelas fininhas e principalmente pelo cérebro atrofiado. Caso você não tenha nenhum desses sintomas, parabéns. Você é raro. Portanto, seja hetero ou gay e principalmente, solteiro, pretendentes, corram. Porque o mercado tá difícil e a concorrência está cada vez mais desleal.
Sem ofensas, crenças ou dó, por hoje é só.
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ENCHENDO O TANQUE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

  video
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A ATRIBULADA VIDA SEXUAL DE A. GUTEMBERG

AUTORIA: CARLITO LIMA

Ao nascer, o pai deu-lhe esse nome homenageando dois grandes inventores, Alexandre Graham Bell (telefone) e Gutemberg (imprensa), porém, em toda sua vida, o filho, só inventou peripécias sexuais. Ao nascer, sua mãe tinha pouco leite, contratou uma forte mulher para amamentá-lo, a ama de leite havia parido um belo menino, dava de mamar ao filho e a Alexandre, ele abocanhava o seio duro, satisfazia o estômago, não largava a boca do peito. Se puxassem, chorava aos berros, só deixava de chupar quando adormecia. Alexandre criou-se na praia da Pajuçara, infância livre, leve e solta nos sítios de coqueiros vizinhos roubando melancia, banana e coco. Sua mãe, à noite, dava aula às moças prendadas da sociedade. Depois do jantar elas sentavam em uma enorme mesa retangular. Dona Mariinha enquanto ensinava redação às moças, fiscalizava o filho nos deveres escolares. Alexandre constantemente deixava o lápis cair no chão, se abaixava para apanhá-lo enquanto olhava as calcinhas das alunas desprevenidas. Ao terminar, seguia para o banheiro, as imagens, as pernas das meninas excitavam sua mente. Aos 13 anos deu-se a invenção em abrir um buraco estratégico no quarto da empregada.  Alexandre olhava as moças tomarem banho, trocarem de roupa. Certo dia, Cicinha, bela morena, 25 anos, percebeu a façanha do patrãozinho, ela passou a se exibir em banhos sensuais, se esfregando, de propósito, Alexandre ficava doidão. Certa tarde o adolescente teve um desmaio de tanta homenagem a Onã.  Dias depois, Cicinha com carinho, deu-lhe um presente de aniversário, 14 anos, desvirginou nosso herói no quintal, atrás do sapotizeiro, ao entardecer. Presente inesquecível.
Em sua juventude Alexandre Gutemberg namorou muito, como as namoradas da época eram virgens juramentadas, tornou-se o raparigueiro mais jovem da cidade, todo dinheiro descarregava nas boates de Jaraguá. Já era homem feito, servia no NPOR, quando apareceu Aparecida, linda, sensual, de família tradicional da cana de açúcar. Ele encantou-se, namorou durante um ano, noivou outro ano, casou-se. Aparecida, grande heroína, conservou-se virgem até o casamento, precisou muita firmeza para não cair nas invencionices do noivo. Foram passar a lua de mel em Garanhuns (naquela época o agradável balneário era conhecido como cemitério das virgens). Viajaram de carro logo após o casamento, Alexandre não aguentou, ao passar por um matagal deserto, encostou o carro numa jaqueira, amaram-se pela primeira vez.
Foram quatro filhas uma atrás da outra, Aparecida ligou as trompas, não atendeu ao marido, tanto queria um filho homem. Alexandre se formou, contador, montou escritório, inteligente, correto nos negócios, conceituado, pegou freguesia. Ao entrar no século XXI, Alexandre Gutemberg se engraçou de uma bela secretária. Certo dia, terminou o expediente, ele prolongou o trabalho, pediu a Rosário ficar mais um pouco. Enquanto ele lia uma carta sendo digitada pela secretária, chegou-se por trás, as costas nuas perfeitas, ele colocou a mão como se fosse natural, ela não reagiu, ele alisou um pouco, Rosário disse abafada, "assim não doutor Alexandre, assim não, assim não."  Virou-se, se beijaram, se amaram no chão do escritório. Alexandre estava como queria, a mulher em casa e a secretária num motel. Passaram-se três anos para Aparecida descobrir a traquinagem do marido. Teve que decidir. Preferiu ficar com a ninfomaníaca, Rosário. Separação dolorosa, pesou o fator sexo. O chefe e a secretária foram viver num apartamento, evitaram filhos. Certa manhã Alexandre sentiu dormência no braço direito, visão enublada, dor de cabeça, chamou Rosário com voz arrastada. Um AVC deixou nosso herói semi paralisado na face, dificuldade de locomoção e fala arrastada. Há quatro anos o casal vive sem amor, embora doente, aposentado, sem muitos recursos, Alexandre pede sexo, Rosário, evita-o, despreza-o, humilha-o em suas avançadas amorosas. Os filhos contrataram uma jovem sem experiência, analfabeta, para tomar conta do velho, dar banho, cuidar da aparência, dar comida. Rosário sai todo dia, ninguém sabe para onde. Zefinha, a cuidadora, depois do jantar ronda a cidade em busca de aventuras, gosta, dorme na casa de seus pais no Jacintinho. Tão jovem começou a sentir mal estar, descobriu, grávida. Trabalhou até os últimos meses, nasceu o menino, não sabia quem era o pai, até que, sem alarde, fizeram DNA. O velho Alexandre está feliz da vida, afinal é pai de um menino, vai batizá-lo, Alexandre Gutemberg de Almeida Filho.
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