quarta-feira, 27 de maio de 2015

O HOMEM QUE MOVEU A MONTANHA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL

Há cerca de cinquenta anos, um agricultor, sem terras, chamado Dashrath Manjhi, de Gaya, Bihar, Índia, decidiu solucionar o problema de comunicação dos habitantes da sua aldeia, que estavam quase isolados do resto do mundo por quase intransponíveis montes de rochas.
Por volta de 1959, sua esposa faleceu por estar doente e não ter acesso a socorro imediato, pois não havia como transportá-la até o ambulatório médico mais próximo, que ficava do outro lado dos montes com 90 metros de altura.
A tristeza pela perda da esposa fez com que Manjhi, sozinho, decidisse criar uma passagem no local, de forma que ninguém mais tivesse o mesmo destino de sua amada companheira. Para isso, ele vendeu seus bodes e cabras para comprar cinzeis, cordas e martelos. A mudança na sua atitude transformou-o no motivo de riso entre as pessoas, que o chamavam de esquisito e de maluco.
Sem importar-se com a opinião dos outros, Manjhiseguiu seguiu o seu objetivo com determinação, martelando, cortando e abrindo brechas na rocha por 22 anos. No final do seu árduo trabalho, ele finalmente ficou cara a cara com o seu sonho: o outro lado do monte! Ele reduziu a distância de 70 km para apenas 1 km.
Após concluir sua tarefa, Dashrati Manjhi tornou-se conhecido como "O Homem da Montanha".
Lamentavelmente, após uma luta contra um câncer, este ser humano admirável faleceu em 18 de agosto de 2007, no Instituto Indiano de Ciências Médicas em Nova Delhi, sendo devidamente homenageado no seu funeral.
Dashrath Manjhi, um homem que foi ridicularizado por sua determinação e força de vontade, deixa como legado estas qualidades e uma passagem mais curta, usada por seus conterrâneos todos os dias.
Algumas valiosas lições para aprendermos com essa história:
1. A paciência é a maior das virtudes que nos conduzem ao sucesso.
2. Sonhe com o impossível.
3. Atitude é fundamental.
4. Mantenha seu pensamento positivo.
5. Não dê importância se as pessoas acharem que você está maluco por causa das suas ideias ou objetivos originais.
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UM EXEMPLO...

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

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terça-feira, 26 de maio de 2015

FAÇA A ESCOLHA CERTA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um homem perguntou a um sábio se ele deveria ficar com a sua esposa ou com a sua amante.
O sábio levou duas flores em suas mãos, uma com uma rosa e a outra com um cacto e perguntou ao homem:
- Se eu lhe der uma dessas flores qual delas você escolhe?
O homem sorriu e disse:
- A rosa é lógico!
- És imprudente - respondeu o sábio - às vezes os homens são movidos por beleza externa ou pelo mundano e escolhem o que lhes parece brilhar mais. A rosa é mais bela, mas morre logo. O cacto, por sua vez, independentemente do tempo ou clima permanece o mesmo, verde com espinhos, e um dia vai lhe dar a flor mais bonita que você já viu. Sua esposa conhece seus defeitos, suas fraquezas, seus erros. Com ela você grita seus momentos ruins e ela está sempre pronta a te ajudar. Sua amante quer seu dinheiro, sua felicidade, seus espaços, fantasias e seu sorriso. Na primeira dificuldade não hesitará em te trocar por outro amante jovem, feliz e com dinheiro. Agora me diga, homem: com quem você quer ficar? Dê valor à sua mulher, sem importar como ela é por fora, pois o que vale mesmo é que de bom ela é por dentro.
PENSE NISSO
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ESSES HOMENS...

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL

 
 
 
 
 
 
 
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segunda-feira, 25 de maio de 2015

A ESTRANHA BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL

Esse é um dos melhores registros da "Língua de Camões", a nossa digníssima Língua de Portuguesa, a tal que tem a fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira, que ele já leu.
Vamos a ele:
Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:
-  "Compatriotas”, “companheiros”, “amigos”! Estamos aqui, “convocados”, “reunidos” ou “juntos” para “debater”, “tratar” ou “discutir” sobre um “tópico”, “tema” ou “assunto”, o qual me parece “transcendente”, “importante” ou de “vida ou morte”. O “tópico”, “tema” ou “assunto” que hoje nos “convoca”, “reúne” ou “junta” a todos nós, é a minha “postulação”, “aspiração” ou “candidatura” à Presidente da Câmara deste Município.
 De repente, uma pessoa do público pergunta:
 - Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa?
O candidato respondeu:
 - Pois veja, caro senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que  estão aqui; a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.
 De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e "atira":
 - Senhor “postulante”, “aspirante” ou “candidato” (hic), o “fato”, “circunstância” ou “razão” pela qual me encontro num estado “etílico”, “alcoolizado” ou “mamado” (hic) não “implica”, ”significa” ou “quer dizer” que o meu nível (hic) cultural seja ”ínfimo”, “baixo” ou mesmo “rasca” (hic). E com toda a “reverência”, “estima” ou “respeito” que o senhor me merece (hic), pode ir logo “agrupando”, “reunindo” ou “juntando” (hic) os seus “haveres”, “coisas” ou “bagulhos” (hic) e “encaminhar-se”, “dirigir-se” ou “ir direitinho” (hic) à “leviana da sua progenitora”, à “mundana da sua mãe biológica” ou à “puta que o pariu”!
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