segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A TORRADA QUEIMADA

AUTORIA: DESCONHECIDA - RECEBIDO POR E-MAIL
 
Quando eu ainda era um menino, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro. Naquela noite distante, minha mãe colocou um copo com leite e um prato com torradas bastante queimadas, para o meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe, e me perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geleia e engolindo cada pedaço. Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por ter queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
- Amor, eu adoro torrada queimada.
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele realmente gostava de torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
- Filho, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor cozinheiro do mundo.
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, relevando as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. E essa lição serve para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos e amigos.
 
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domingo, 19 de outubro de 2014

CARTA ABERTA AO CHICO BUARQUE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL


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sábado, 18 de outubro de 2014

COMO CACHORRINHOS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
 
Um casal resolveu dar uma transadinha dentro d'água em uma das praias de Porto San Giorgio, Itália e se deu mal: eles acabaram no hospital, nus, após ficaram presos um ao outro pelos seus órgãos sexuais, devido à sucção.
Segundo o jornal "Il Mattino", a vergonha não foi maior porque eles chamaram a atenção de uma mulher na praia, que lhes cedeu uma toalha.
Uma ambulância foi chamada e, no hospital, foi dada uma injeção para a mulher usada para dilatar o colo do útero de grávidas, permitindo que eles fossem desengatados.
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O PENTA

AUTORIA: CARLITO LIMA

É notório e crescente o número de homossexuais nos tempos atuais. Essa explosão demográfica homo, por conta da modernidade, deu coragem e ânimo aos meninos saírem do armário, antigamente nós sabíamos de cada caso.
Existia no bairro do Farol, perto de onde hoje é a TV Gazeta, uma pensão muito especial, Zeiga, o mais famoso hóspede, Ramona, chegado à mágica, mandrake, adorava fazer desaparecer coisas, era o líder, tornou-se o mais conhecido da cidade.
Certa vez aportou em Maceió, um pintor baiano de nome Sandoval Duarte. Fez o primeiro “vernissage” concorrido e badalado. As moças solteiras, as “socialites” da época, ficaram encantadas com o charme daquele artista espirituoso e bonito, parecia um galã de filmes americanos.
Ao revelar-se a opção sexual do grande SANDUARTE, houve “frisson” na sociedade alagoana. O pintor apaixonou-se por um jovem de família tradicional, teve um tórrido e escandaloso caso com o bonito rapaz, também coqueluche das meninas. Hoje, senhor respeitado e temido, exercendo alto cargo cheio de poderes.
Em noite de Baile de Máscara do Clube Fênix, um forte rapaz fez sucesso com luxuosíssima fantasia bordada de lantejoulas e paetês. Ninguém sabia se masculino ou feminino. O sexo do folião só foi revelado durante a premiação, era homem, ganhou o concurso de fantasia de luxo, primeiro lugar. O vencedor era meu primo, neto e homônimo de Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro. Nós o chamávamos, sem deboche, de Fulô. Foi morar no Rio de Janeiro, destino de muitos que iam dar expansão à sexualidade reprimida.
As lésbicas também eram poucas conhecidas, ou refreadas. Hoje encontram-se aos montes, o homossexualismo feminino está em expansão. As mulheres entraram com fervor no caminho da revolução de costumes. Assumiram cada vez mais o “Viva Zapata”. Desfilam com namoradas, dão preferência abertamente às mulheres, comprovam bom gosto.
As coisas mudaram, os homos estão saindo se revelando na maior tranquilidade. Um amigo - vou chamá-lo de Rock, em homenagem a Rock Hudson, ator de cinema que no final da vida revelou-se boiola - depois do terceiro casamento, mora só, num apartamento na praia de Cruz das Almas, ama a vida de boemia e mulheres. Certa vez foi ao Recife passar um fim de semana com a namorada, aliás, uma moça de programa promovida à condição de noiva, assim apresentava Elizabeth aos amigos no Recife.
Quando seu luxuoso carro passava numa curva perto da cidade de Novo Lino, foi cruzado, fechado por uma camionete. Saltaram quatro homens com revólveres na mão apontando, um assalto. Um neguinho magro, cara de fuinha e voz de “foen” entrou e sentou-se no banco traseiro, encostou o frio cano da arma na nuca de Rock. Ele apavorado obedeceu os gritos do marginal, dirigiu o carro até um matagal.
Apareceram os outros assaltantes, arrecadaram cartões de crédito, três mil reais, talão de cheques, jóias e bijuterias da “noiva”. Eram quase seis da tarde, anoitecia, quando dois bandidos levaram Beth para outro local. Nas brenhas fizeram todo tipo de sacanagem sexual.
Enquanto isso, os outros meliantes seguraram Rock, mandaram se despir, deixando-o nu, na posição que Napoleão perdeu a Guerra. Nesse momento o Fuinha estuprou o apavorado Rock. Foi doloroso, ele chorou angustiado.
Com o serviço feito, os assaltantes deram um arranque na camionete, deixaram os dois no carro, levaram a chave.
Passava das nove da noite, quando Rock e Beth bateram numa casa perto de Novo Lino. Foram socorridos. Dormiram num pequeno hotel, prestaram queixa à Polícia. Ao meio-dia do sábado chegou de Maceió, uma chave extra do carro. Rumaram para o Recife.
O assalto deixou algumas sequelas, foram traumáticos os primeiros dias para Rock, estuprado violentamente pelo Fuinha.
Existe uma relação muito forte entre a vítima e o algoz, a célebre "Síndrome de Estocolmo". Rock não esqueceu o Fuinha, tinha sonhos eróticos sendo estuprado, ouvia a voz foen, vinha-lhe uma excitação estranha. Resolveu consultar um psiquiatra. Com três meses de análise, entendeu, o estupro revelou sua ambígua sexualidade.
Rock vive tranquilo, assumiu a bissexualidade, quando dá comichão, quando a vontade chega sem controle, ele vai à noite na orla da Avenida da Paz, escolhe um travesti  para um programa.
No maior descaramento afirma sorrindo ser é bissexual porque só existem dois sexos, se fossem cinco sexos, ele seria PENTA igualzinho ao Brasil no futebol.

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

QUAL É A SUA TURMA?

AUTORIA: DESCONHECIDA - RECEBIDO POR E-MAIL

Aula de Fisiologia na Escola de Medicina, logo após a semana da Pátria.
Como a maioria dos alunos havia viajado, aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e, por isso, a excitação era geral.
O velho professor entrou na sala e, com grande dose de paciência, tentou começar a aula, mas você acha que a turma correspondeu? Que nada!
Constrangido, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes na conversa.
Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e disse, levantando a voz:
- Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez!
Um silêncio de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou:
- Desde que comecei a lecionar, isso já faz muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada 100 alunos, apenas 5 são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas 5 se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas; os outros 95% servem apenas para fazer volume. São medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo.
Se vocês prestarem atenção, notarão que de 100 professores, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons, apenas 5 são excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais; e poderia generalizar ainda mais : de 100 pessoas, apenas 5 são verdadeiramente especiais.
É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora ! Então, eu teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são esses alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.
Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.
Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje!
A bronca tocou fundo em todos os alunos, pois a turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o restante do semestre. Afinal, quem gostaria de, espontaneamente, ser classificado como fazendo parte do “resto”?
Hoje, os alunos podem nem se lembrar de muita coisa das aulas de Fisiologia, mas, da bronca do professor, nunca esqueceram!
Com certeza, o velho professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de alguns deles.
Os que perceberam que ele tinha razão, desde então, procuram fazer tudo para ficar no grupo dos 5%. Mas, como ele disse, não há como sabermos se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo nós pertencemos.
Contudo, uma coisa é certa:
SE VOCÊ NÃO TENTAR SER ESPECIAL NAQUILO QUE FAZ E SE NÃO TENTAR FAZER TUDO DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL, SEGURAMENTE, VOCÊ FICARÁ NA TURMA DO RESTO!

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

OS DOIS LADOS DA MOEDA

AUTORIA: DESCONHECIDA - RECEBIDO POR E-MAIL


O texto abaixo é uma realidade sempre presente nas famílias, onde um dos filhos se destaca profissionalmente e outros, por preguiça, nada conseguem na vida.
Vejamos:
Dois irmãos foram admitidos em uma empresa, na função de faxineiro, visto que tinham pouca instrução.
Um dia, foi oferecida a oportunidade para todos que quisessem, após o término do expediente, cursar o supletivo, por conta da empresa.
Um dos irmãos imediatamente agarrou esta chance. O outro, acomodado à própria situação, disse:
- Eu, hein, fazer hora-extra sem receber para isso!
Em outras ocasiões, a história se repetiu. Oportunidades (cursos de digitação, informática, noções de contabilidade, treinamentos em relacionamento humano, etc.) eram oferecidas. Um dos irmãos aproveitava as chances, investindo no desenvolvimento pessoal e profissional; o outro, sempre com "belas" justificativas para não ser "explorado", apresentava desculpas das mais diversas, tais como, “- E o meu futebol?”, “- E meu programa de televisão?”, “- E o barzinho com os amigos?”, etc...
Tempos depois, aquele irmão que investira seu tempo no seu aperfeiçoamento foi se destacando tanto que, à medida que foram surgindo vagas dentro da empresa, a ele eram oferecidas. E isto o exigia mais empenho ainda. Prontamente, ele dedicava-se mais e mais...
Tempos depois, ele chegou a gerente. Não era apenas mais um gerente, mas sim, o melhor gerente da empresa! Por isso, foi feita uma festa sua homenagem.
Na festa, alguém que não sabia do parentesco entre o faxineiro e o gerente, aproximou-se do faxineiro e comentou:
- Muito inteligente este gerente...
- É.. Ele é meu irmão... - disse o faxineiro.
- Seu irmão? - exclamou o interlocutor - E ele é gerente e você faxineiro?
Então, o faxineiro respondeu:
- É... Ele teve mais sorte na vida...

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