sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CIRCUNCISÃO

AUTORIA: SAMMY LACHMANN (CRONISTA JUDEU)
Sempre que ouço aquela música do Chico, "ó pedaço de mim, ó pedaço arrancado de mim", me bate uma deprê braba. Lembro da minha infância e acabo voltando no tempo.
Estava eu deitado no meu bercinho, ainda com uma semana de vida, quando começou a chegar gente em casa.  Era dia de festa.  E festa de judeu lembra muito reunião do PSDB: só tem tucano. Cada nareba que não tem mais tamanho.
Mamãe convidou só 30 pessoas, mas como era boca livre, veio judeu de tudo quanto foi canto. Se mamãe cobrasse ingresso, corria o risco de nem o papai aparecer. Não precisa dizer que os presentes não trouxeram presentes. Metade esqueceu em casa e a outra metade disse que não tinha dado tempo de comprar. Coisas da religião.
Cada um que chegava, vinha até o meu bercinho. Quando se abaixavam para me ver mais de perto, virava um autêntico ataque do exército israelense. Contabilizei pelo menos umas 30 narigadas na barriga. Em vez de olharem para os próprios umbigos, vinham olhar pro meu. Acho que era por causa da "faixa de gaze".
De repente, se fez o silêncio. Um ser estranho, trajando um terno preto pra lá de surrado, com barba até a cintura, chapéu e cabelo ponhonhóin dos lados adentrou a sala. Parecia o Capitão Caverna na versão judaica. Ele veio na minha direção. Tirou um bisturi reluzente. Ficamos frente a frente. Ele, o lobo mau, e eu, o Solidéu Vermelho.
Para que esse nariz tão grande, perguntei. Por uns segundos, cheguei a pensar que mamãe tinha resolvido fazer uma plástica no meu nariz que, com menos de uma semana de vida, já era avantajado. Mas o negócio era mais embaixo. Bem mais embaixo.
Ele tirou a minha fraldinha descartável, que mamãe tinha acabado de lavar, e eu gritei, abri o berreiro: Tira esse Michael Jackson ortodoxo daqui! Esse comunista judeu quer comer criancinha!!! E no rabino, não vai nada? Apesar de tanta tecnologia, buááááá não vem com legenda. Não sei por que ainda não inventaram uma tecla SAP para bebês.
Parti então para a minha última tentativa: um ataque com armas químicas. Soltei duas bombas de efeito moral. PUM! PUM! Mas o bigode do sujeito cobria o nariz como uma máscara antigases. Ataquei com meus jatos poderosos, mas o xixi não conseguiu furar o bloqueio da barba blindada do velho. Não teve jeito. O Jacozinho virou o Jacozinhozinho. Vai entender o que esse povo tem na cabeça, além desse chapeuzinho medonho?
Em vez de sacrificarem uma galinha como na velha e boa macumba, eles sacrificam o pinto. Cortaram o meu pausówsky, meu penisberg. Ficou só o "cara". O "lho" foi-se. Uma parte de mim estava agora que nem pinto no lixo, literalmente.
Depois de circuncidado, passei a entender o porquê daquele muro das lamentações. Eu, pelo menos, lamento até hoje.
Ó pedaço de mim...
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A JUSTICEIRA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Uma motoqueira anda pelas ruas de Moscou, fazendo justiça com as próprias mãos.
A moça, cansada da sujeira da cidade e com a falta da educação das pessoas, se vinga de quem joga lixo na rua, devolvendo (jogando) o lixo de volta na pessoa.
Veja a justiceira em ação:
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

NÃO TOME REMÉDIO À-TOA

AUTORIA: MININO CALDAS - RECEBIDO POR E-MAIL
 
Na crença popular, o melhor Remédio como calmante, é uma amante ou um diamante.
O Remédio que nós deixam inativos são os Laxativos. Já, no ativo, o trabalho é o curativo.
Não existe Remédio para o pesadelo... Da "dor de cotovelo".
Se o Remédio já foi liberado, que avisa é a ANVISA.
Para muita gente o pior Remédio para "engolir" é o supositório.
O melhor Remédio em gotas são as garotas. Um verdadeiro colírio.
O paradoxo da cura com o Remédio do homeopata, e o que não cura: o psicopata.
O analgésico é um tipo de Remédio. E o mais natural, usado em uma "viagem" medonha é a maconha. E no final a pessoa se torna artificial.
Cuidado com os Remédios. E o que mais na rima contamina é anfetamina, e a vitamina de banana com Nescau.
No Brasil, os Remédios são bem controlados, porque nas farmácias o balconista sabe da sua missão... Comissão.
Os médicos recomendam frutas e verduras. E os Remédios mais procurados são para eliminar gordura, ou para a ereção ficar mais dura.
A pior fraude com Remédio foi farinha no anticoncepcional. O agricultor plantava "a mandioca" e nascia pé de gente.
A mulher vive mais. Então, cuidado com o seu lado muito sério que, cedo o levará ao cemitério.
Rir é o melhor Remédio.
 
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TEMPO DE RELACIONAMENTO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O INTERNAUTA

AUTORIA: CARLITO LIMA
 
Por exigência dos filhos, Astrogildo comprou um computador de última geração, gostou do novo brinquedo, tornou-se internauta navegando nos sites para consultas e conversas. Toda noite entra nas salas de bate-papo da faixa etária 40 a 50 anos, apelido Lancelot. Logo apareceu uma Guinevere. Lancelot se deu bem com a distinta rainha. Conversaram horas seguidas teclando o computador.
Astrogildo homem de pouca conversa ao vivo, larga-se do mundo com sua paquera virtual, Guinevere. Passaram-se alguns meses, as conversas entraram em detalhes e intimidades. Ele confessou ser casado ter filhos e netos. Guinevere revelou ter um caso eventual com um alemão, se considera solteira.
Vera, a esposa, caçoa com a nova mania do marido, Astrogildo preferir ficar no computador a ir ao cinema. Ela exigiu diminuir o novo hábito, estava prejudicando o bom desempenho do casal. Frustrava-se ao deitar-se de banho tomado, toda cheirosinha, dormia esperando o marido, ele entretido, teclando com Guinevere.
Certa noite, ao chegar do trabalho, havia um recado de um hotel, um amigo de São Paulo queria vê-lo. Astrogildo imediatamente telefonou. Ficou abalado quando uma voz feminina atendeu:
- Você não adivinha! É Guinevere. Não resisti ao levar uma amiga ao aeroporto hoje pela manhã em São Paulo, ela veio à Maceió, tomei o mesmo avião, vim conhecer Lancelot. Estou a sua espera a qualquer hora no hotel. Sei que é loucura, mas que fazer? Sou mulher de impulsos juvenis.
Astrogildo respondeu alto, depois telefonaria. Vera perguntou quem estava ao telefone. "Vinicius, amigo de São Paulo, quer me ver", respondeu displicente.
Depois do Jornal Nacional, durante a novela, arriscou convidar a esposa ir até o hotel onde estava o amigo. Com a recusa calculada, ele partiu.
Guinevere apareceu. Nem seu sorriso e simpatia conseguiram amenizar o desencanto para quem esperava uma coroa enxuta, apareceu uma macróbia, passado dos setenta anos, machucada em matéria de beleza. Abraçaram-se, conversaram sentados à beira da piscina.
Dia seguinte Astrogildo inventou viagem ao interior; pegou a longeva no hotel, partiram para o litoral sul das Alagoas. Visitaram a bela cidade de Marechal Deodoro, Museu de Arte Sacra, praia do Francês, Barra de São Miguel, Coruripe, aonde Astrogildo entrou na praia extensa de areia até a Foz do São Francisco. Almoçaram na Praia do Peba. Guinevere, encantada, ficou mais dois dias em Maceió. Lancelot deu-lhe assistência. Não conversaram sobre sexo ou amor. Decepcionado com a propaganda enganosa, desistiu de namoro virtual.
Mês passado Astrogildo teve uma recaída, entrou em uma roda de conversa na internet com o apelido de Guerreiro das Alagoas. Alguém se identificou como Diana do Pastoril. Gostou da conversa interessante da conterrânea. Dias depois, ousou marcar encontro.
Às quatro da tarde no Shopping Iguatemi em frente ao Pastel, ele de camisa amarela, sentou-se à mesa como havia combinado. Ansioso, ficou espreitando a chegada de Diana, ela acertou vestir saia azul e blusa encarnada.
Passaram-se dez minutos, Astrogildo mordia um pastel com a impressão que todos olhavam para ele; o complexo de culpa aparece quando se faz alguma coisa errada. Cumprimentou vários amigos passantes. Ficou nervoso ao ver Claudinha, sua cunhada, gostosa solteirona. Agoniado, vontade de ir embora, entretanto seu espírito aventureiro prendia-o naquele lugar. Sentiu os olhares da cunhada, desistiu, levantou-se, nesse momento Cláudia se aproximou perguntando:
- Não vá dizer que você é o Guerreiro?
Compreendeu que Diana era a própria cunhada. Ela também havia tido uma decepção, veio conhecer o parceiro sem o vestido combinado.
Os dois sorriram. Astrogildo pediu discrição e segredo. A partir daquele dia ele acabou com conversas e paqueras virtuais. Internet só no trabalho. Quanto à bela cunhada, foi de uma discrição exemplar, durante o inesperado encontro e algumas conversas, aflorou uma empatia mútua contida há muitos anos. O velho Guerreiro adquiriu novo hábito, um dia na semana ensaia folguedos fogosos junto à Diana do Pastoril, deixando marcas de amor nos limpos lençóis dos motéis da orla de Jacarecica. 
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INACREDITÁVEL

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Você jamais verá novamente um "rally" em um jogo de voleibol como esse que aconteceu na china, durante um jogo feminino. Simplesmente inacreditável! Quase que a bola não cai. Foi muito difícil uma equipe marcar o ponto...

 
video


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terça-feira, 16 de setembro de 2014

MATEMÁTICA E SEXO

AUTORIA: ALOISIO GUIMARÃES
Mesmo que você não goste de matemática, deve gostar de transar, a menos que...
Veja, abaixo, uma sequência interessante de cálculos matemáticos:
Escolha o número de vezes que você diz que transa durante a semana. Para que você não minta, dizendo que é um garanhão, escolha somente de 1 a 10.
Pegue o número que você diz que transa por semana e multiplique por 2. Afinal, ninguém transa sozinho.
Pegue o resultado encontrado e some com 5 (5 é o número de dedos da sua mão, sacou a indireta?).
Pegue agora este resultado e multiplique por 50 (50 cinquenta é resultado da multiplicação do número de dedos da sua mão, pela quantidade de dedos das suas duas mãos. Quem sabe você não é canhoto. Sacou novamente?).
Agora, preste atenção:
Se você já fez aniversário, some o último resultado com 1764; se não fez ainda aniversário, some com 1763.
Por fim, subtraia, do novo resultado, o ano que você nasceu (os quatros dígitos).
Pronto: agora você tem um resultado com três dígitos:
O primeiro deles é número de vezes que você mentiu, dizendo que transa por semana.
Os dois últimos representam a sua idade.
LEMBRE-SE:
- Coma (ou dê) com responsabilidade...
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