sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CARTÃO DE CRÉDITO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL

Uma correntista de um determinado Banco morreu em julho de 2010 e o Banco faturou, durante os meses de agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, as despesas de manutenção anual do cartão de crédito da falecida, acrescentando ainda multas por atraso e juros sobre estas faturas mensais que não tinham sido pagas e enviou um aviso de cobrança para a "devedora".
Após receber o aviso de cobrança, um membro da família fez uma ligação telefônica para o tal Banco, cujo diálogo abaixo, verdadeiro ou não, não deixa de ser interessante, muito embora ele é tido como verídico: 
- Estou ligando para dizer que ela morreu em julho de 2010.
- A conta dela não foi fechada e os juros de mora e encargos ainda se aplicam (sobre as taxas de manutenção).
- Talvez você deva colocar à fundo perdido.
- Não posso, são meses de atraso.
- Então o que farão quando descobrirem que ela está morta?
- Nós encaminharemos relatório da conta para a divisão de fraudes e denunciaremos ao SPC!
- Você acha que Deus vai ficar bravo com ela?
- Desculpe-me, não entendi!
- O que você não conseguiu entender? A parte sobre ela estar morta?
- Senhor, você terá que falar com meu supervisor.
- Estou ligando para dizer que ela morreu em julho de 2010 com um saldo ZERO.
- A conta não foi fechada e juros de mora e encargos ainda se aplicam.
- Você quer dizer que deseja tomar uma propriedade dela? Ela não tinha bens e morava de aluguel...
Silêncio...
- Você é advogado dela?
- Não, eu sou seu sobrinho-neto.
- Você pode nos enviar por fax um atestado de óbito?
- Claro.
Em seguida o fax foi enviado.
Depois de receber o fax:
- Nosso sistema não é configurado para a morte. Eu não sei o que mais posso fazer para ajudar. 
- Bem se você descobrir isso seria ótimo! Se não, você poderia simplesmente manter seu faturamento. Ela não vai se importar.
- Bem os juros de mora e encargos serão ainda aplicáveis.
- Será que você gostaria do novo endereço dela para enviar cobrança?
- Isso seria ótimo e poderia ajudar.
- Cemitério Memorial Boa Viagem, Av. Redenção 129, lote 69.
- Senhor, isso é um cemitério!
- É a nova morada dela, local para aonde vão as pessoas mortas em nosso planeta!
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O ABRIDOR HUMANO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um dos maiores sucesso na internet é um vídeo que já tem milhões de visualizações, onde um rapaz usa a sua bunda para abrir uma garrafa.
Não é informado onde o filme foi feito, mas a legenda está em escrita em espanhol: “Yo Soy El Destapador Humano”, algo como “Eu sou O Abridor Humano”.
Tem cara de armação...
 
video

DICA:
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DECISÃO JUDICIAL CORAJOSA E INTELIGENTE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES - RECEBIDO POR E-MAIL

A Escola Nacional de Magistratura incluiu em seu banco de sentenças, o despacho pouco comum do Juiz Rafael Gonçalves de Paula, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas, em Tocantins.
A entidade considerou de bom senso a decisão de seu associado, mandando soltar Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, detidos sob a acusação de furtarem duas melancias, conforme abaixo:
DESPACHO JUDICIAL.
DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ RAFAEL GONÇALVES DE PAULA NOS AUTOS DO PROC Nº. 124/03 - 3ª VARA CRIMINAL DA COMARCA DE PALMAS/TO

DECISÃO
Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, que foram detidos em virtude do suposto furto de duas melancias.
Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão.
Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos:
Os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Ghandi, o direito natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados e dos políticos do mensalão deste governo, que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional)...
Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém.
Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário apesar da promessa deste ou desta presidente que muito fala, nada sabe e pouco faz. Poderia brandir minha ira contra os neoliberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização europeia...
Poderia dizer que os governantes das grandes potências mundiais jogam bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra - e aí, cadê a Justiça nesse mundo?
Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade.
Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas:
Não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir.
Simplesmente, mandarei soltar os indiciados. Quem quiser que escolha o motivo.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

“DOIZI”, ESPELHANDO OS 539 MIL ZEROS DO ENEM...

AUTORIA: ALBERTO ROSTAND LANVERLY
           Membro das Academias Maceioense e Alagoana de Letras e do IHGAL
 


Os números são chaves de ouro. Com elas podemos abrir o baú da história e desnudar o ocorrido através dos tempos. Sem dúvida, o mundo é norteado por um somatório de algarismos que, juntos, muito significam no desenvolvimento da humanidade: Os trezentos de Esparta, por exemplo, reverencia um grupo de guerreiros gregos que, quase cinco séculos antes da vinda de Cristo, no Estreito de Termólipas, lutaram até a morte para refrear a invasão do Rei Xerxes e seus milhares de soldados persas.
Ao mencionarmos “Ali Babá”, os pensamentos são remetidos a algum lugar do oriente e se deparam com os quarenta ladrões, cujo chefe, ao pronunciar a frase mágica Abre-te-Sésamo, movia enorme pedra, desnudando passagem para uma caverna recheada de jóias, surrupiadas nas inúmeras pilhagens praticadas por eles. Ao vislumbrarmos o céu repleto de pérolas brilhantes, nossos olhos se deparam com a Constelação das três Marias, também conhecida como Cinturão de Orion, o caçador gigante que, morto por um escorpião, foi designado por Zeus para proteger a abóbada celeste.
Definitivamente, números vinculam fatos a eras, de forma tão matematicamente cirúrgica que, quando acontecem, dificilmente são esquecidos, mas, muito pelo contrário,  repetidos com um aperfeiçoamento incrível. Que o digam as centenas de larápios roubando, de forma inusitada, os cofres públicos e privados deste imenso país chamado Brasil.
Falando em números e Brasil, nos últimos dias os filhos da pátria quedaram boquiabertos ante o fantástico índice negativo alcançado por alunos deste país que parece nunca cansar de dormir em berço esplêndido: ao participarem do último ENEM, uma prova elaborada pelo Ministério da Educação para verificar o domínio de competências e habilidades dos mesmos, nos anos de estudo que antecedem o ingresso na Universidade, receberam quinhentos e trinta e nove mil zeros em Redação. Um retrato da pobreza em que vivemos, devido, principalmente, à explícita falta de respeito das autoridades às gerações teoricamente sucessoras de suas funções e postos, ou melhor, à imagem e semelhança dos que, momentaneamente, detém o poder.
Outro dia, em um ambiente público, vislumbrei uma “autoridade” exercendo a competência de seu posto. Como bom curioso, fiquei espiando o desenrolar do evento. Resolvido o imbróglio, o competente superior se dirigiu a uma vendedora de galeto e perguntou quanto custava “doizi”. A comerciante, sem entender, replicou: Hein? Ele repetiu a palavra “doizi”, espalmando um par de dedos na direção de seu rosto. Como era concursado, tenho certeza que aquele dirigente expressou “doizi”, por vício de linguagem e não por ignorância. É uma pena, mas, é este o retrato de nosso povo. Tenho esperança que aquele homem, detentor do poder, não trabalhe no “nônimo” andar de sua repartição.
Felizmente, ainda há tempo para somarmos ideias e multiplicarmos esperanças, ensejando que o saber possa iluminar a mente de milhares de jovens brasileiros, hoje vagando na falta de cultura.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O BARBEIRO DE IGREJA NOVA

AUTORIA: ALOISIO GUIMARÃES

Igreja Nova, pequena cidade situada no interior alagoano, está localizada entre a histórica cidade de Penedo e de São Sebastião (antigo povoado Salomé, às margens do entrocamento Porto Real do Colégio/Penedo/Maceió/Arapiraca).
Como não poderia deixar de ser, Igreja Nova é uma cidade pequena, onde todo mundo se conhece e a fofoca corre solta, principalmente em época eleitoral. Além disso, a cidade possui uma característica comum a qualquer cidadezinha do interior do Brasil: quem quiser saber "quem é quem" na cidade, é só ficar "marcando ponto" na barbearia local. É na barbearia dessas cidades que toda a verdade aparece, a fofoca corre solta. Assim, durante década de 70, a barbearia "A Tesoura de Ouro", de propriedade do Robertinho, era a fonte de informação dos fofoqueiros de Igreja Nova. Era só dar uma chegadinha por lá e perguntar:
- E aí, Robertinho, quais são as novas?
Pronto! Era um "prato cheio" para o Robertinho "rasgar o verbo", falando mal de todo mundo, "metendo o pau" em Deus e no Diabo... Muita gente o detestava e tinha um medo desgraçado da língua ferina do Robertinho.
Certo dia, com as economias que fez durante muitos anos, Robertinho, mesmo sendo uma "munheca de pau" (como é chamado quem não sabe dirigir direito), conseguiu comprar um fusquinha 63 que, de tão velho, já estava "queimando óleo" (quase batendo o motor)..
Feliz com o seu carrinho, mas metido a besta, no primeiro final de semana, Robertinho chamou a sua esposa, a Maria José, mais conhecida com o Zefinha, e avisou:
- Mulé, ajunta as coisas aí, que vamu prá capitá...  Hoji, ocê vai cunhecê o má!
Imediatamente, Zefinha, toda ansiosa, pois nunca tinha visto o mar, atendeu às ordens do marido, mas sugeriu:
- Mô, a cumadi Quitera podi ir cum a gente...
Robertinho, não gostou muito da ideia porque a comadre Quitéria, depois dele, era considerada a maior fofoqueira da cidade. Mesmo reticente, mas ele atendeu ao apelo da esposa e, tão logo arrumaram as malas, se mandaram para Maceió...
Assim que o fusquinha do Robertinho chegou no Mirante do Gunga (famosa praia alagoana - cartão postal do estado), Zefinha, vendo aquela imensão verde (maravilhosa cor do mar alagoano), disparou:
- Vixe Maria! Betinhu, quantu capim, hômi!
Nesse momento, Robertinho, dando uma de profundo conhecedor do mundo, ensinou:
- Num é capim não, minha fia, é o má... Muitu cuidadu, prumode qui é sargado!
Nisso a Quitéria já estava "gozando por dentro"...
Minutos depois, já no viaduto que fica em frente ao antigo DETRAN, Robertinho, maravilhado com a visão das praia do Sobral e Avenida da Paz, se distraiu e deu um trancão em um carro que vinha ao seu lado:
- Barbeiro! - xingaram diversas vezes os ocupantes do outro carro.
Quanto mais chamavam o Robertinho de "barbeiro" (mau motorista), mas ele ficava orgulhoso... Nisso, vira-se para a Quitéria e comenta:
- Tá venu, cumadi Quitera? Tamém samu cunhicidu aqui na capitá...
- Tô venu, cumpadi, ocê é mermo muito cunhincidu... - respondeu a Quitéria.
Mais adiante, quando chegaram no semáforo da Ponte do Riacho Salgadinho, Robertinho "furou" o sinal vermelho, quase provocando uma colisão. Zangado, o motorista do  outro carro, gritou:
- Corno!
Nesse momento, foi a vez da Zefinha, a mulher do Robertinho, falar:
- Betinhu, meu fio, né mió nois vortá logo pra casa?
Ao ouvir o que a Zefinha perguntou, Robertinho nada comentou, deu meia volta no carro e voltaram para Igreja Nova, tudo sob o riso matreiro da fofoqueira Quitéria, entendendo o medo do comadre Zefinha.
Desse dia em diante, Robertinho nunca mais falou mal de ninguém, principalmente da sua comadre Quitéria...
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

DITADOS INTELIGENTES

AUTORIA: ALOISIO GUIMARÃES
 
Estou apresentando uma coletânea de ditados antigos e conhecidos, garimpados na internet, com uma roupagem atual, bem humorada, voltada para a informática:

• A arquivo dado não se olha o formato.

• A cara de um, o Facebook do outro.

• A minha vida é um Facebook aberto.

• A pressa é inimiga da conexão.

• Aluno de informática não cola, faz backup.

• Amigos, amigos, senhas à parte.

• Antes só do que conexão compartilhada.

• Clique onde eu digo, mas não clique onde eu clico!

• De hacker e louco, todo mundo tem um pouco.

• Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.

• Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

• Em casa de programador, o espeto é de fibra ótica!

• Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.

• Há dois tipos de pessoas na informática: os que formataram o HD e os que ainda vão formatar.
• Hacker que ladra, não morde.

• Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

• Melhor prevenir do que formatar.

• Memória não é documento!

• Mouse sujo se limpa em casa.

• Na informática nada se perde e nada se cria; tudo se copia e depois se cola.

• Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

• Nada como um clique atrás do outro.

• O micro barato sai caro, e lento

• Para bom provedor uma senha basta.

• Quem ama um 486, Pentium 7 lhe parece.

• Quem clica seus males multiplica.

• Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

• Quem envia o que quer, recebe o que não quer.

• Quem não tem micro, tecla em lan-house.

• Quem não tem banda larga, navega com internet grátis.

• Quem não tem um programa pirata, que aperte a primeira tecla.

• Quem nunca entrou em site de sacanagem, quando entra se lambuza!

• Quem semeia e-mails, colhe tempestades de spams.

• Quem tem dedo vai a Roma.com.

• Quem vê Facebook, não vê Orkut.

• Quando um e-mail é grande, o antivírus desconfia.

• Quando um não quer, dois não teclam.

• Ruim com o seu tablet, pior sem o meu notebook!

• Se correr o hacker pega, se ficar o hacker come!

• Sites passados não movem o browser!

• Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.

• Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente: no dia 25 de dezembro, o Pai Natal desce pelo cabo de rede, sai pela porta serial e diz:

 - Feliz Natal! ROM! ROM! ROM!

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