POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
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Texto de Aloisio Guimarães
Vamos expor uma
situação provável e possível de acontecer em qualquer grande clássico decisivo do futebol brasileiro:
Decisão do
Brasileirão. Pacaembu lotado - metade palmeirenses, metade corintianos, ânimos
acirrados. O Corinthians joga pelo empate e o Palmeira tem que vencer
para ser o campeão.
O jogo já no final,
45 minutos do segundo tempo... Palmeiras no ataque, bola lançada na área,
dividida entre um atacante palmeirense e um defensor corintiano. O palmeirense
cai, todos pedem pênalti, mas o juiz, "seguindo o protocolo", espera
a bola sair para chamar o VAR. Acontece que a bola não sai, o lance segue e o
Corinthians marca um gol.
O VAR avisa ao juiz
que o lance anterior foi realmente pênalti, do jogador corintiano no jogador
palmeirense.
E agora?
1. Com pênalti marcado a favor do Palmeiras, legalmente, o lance que
originou o gol do Corinthians não deveria ter existido porque o jogo tinha que
ser paralisado pela falta cometida. Logo, o gol do Corinthians deve ser anulado,
mesmo "seguindo o protocolo"? Se anulado e o Palmeiras marcando o gol
no pênalti – o que muito provável - o
Palmeiras será o campeão.
2. Mesmo marcado o pênalti, mas confirmando o gol do Corinthians -
originado numa jogada que não deveria ter existido - mesmo que o Palmeira
marque o gol no pênalti, o
Corinthians será o campeão, porque joga pelo empate.
O VAR e juiz de
campo vão ter que ter muito peito!
Situação jurídica pior do que a da "Taça das Bolinhas"...
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Texto de Aloisio Guimarães
Texto de Aloisio Guimarães
POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
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